segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Feliz 2013!!!

Começando uma nova jornada...

E 2012 se foi. Sem fim do mundo, sem catástrofes com ares de profecia maia.

No nosso mundo não houve grupo de heróis tentando salvar o mundo. Não há aventureiros tetando parar um grande vilão, impedindo-o de botar as mãos em um artefato que inevitavelmente mergulhará o mundo em caos.

Se por um lado meu "eu" acomodado e muito do medroso dá graças a Deus, por outro, meu espírito aventureiro-rpgístico sente uma ponta de desassossego. Mas, para isso, temos imaginação, ao menos... que vem nos socorrer do trivial. Para isso temos nossos livros e mundos!

Eles nos fazem lembrar de muitas coisas importantes. Renovam esperanças. O bem vence o mal! O amor é a coisa mais importante e mais forte do mundo! Amizade verdadeira dura para sempre! Há pessoas boas e corajosas capazes de fazer muito no mundo!

Talvez essas coisas pareçam, em alguns momentos de nossas vidas, apenas ficção. Algumas realmente nunca deixam as páginas de um livro para serem verdade em nossas realidades, outras nos surpreendem de melhor maneira possível.

Às vezes vivemos fantasias maravilhosas, e às vezes não achamos a saída de alguma tragédia.

De qualquer maneira, o que nos move é a esperança daquele final feliz, que sim, deve existir para todos nós...

Há quem diga que nos livros o final feliz chega fácil, mas é mentira. Nos bons livros que eu li, ele também foi construído aos poucos e muito batalhado por cada personagem. Assim como na vida real...

Que esse novo ano seja um começo de uma nova história para todos nós, e que esse final de 2012 seja como as últimas páginas daquele livro maravilhoso que te deixou com um sorriso de orelha a orelha.

Ou, se esse final de 2012 não te agradou... se a história que você escreveu esse ano não foi lá a melhor...

Vire a página, pegue a caneta, e comece de novo!!

Feliz 2013, pessoal!

(Ano de publicação de O Círculo dos Sete, eba!! Boas coisas vem por aí!).

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal!!

A parte III do meu comentário de O Hobbit vai ter que ficar para depois do Natal, pois hoje eu só quero desejar UM FELIZ NATAL para todos os queridos leitores que passam por aqui!!

Já estou despejando doses saudáveis de canções natalinas em casa, e preparando os panettones e a barriga para a ceia!!

Vão ouvir Adeste Fideles logo e sejam muito felizes hoje e amanhã!

Um grande abraço!



 Versão metal de Noite Feliz para alegrar o dia XD

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

E o Hobbit, como foi? - parte II

Saudações, leitores! Estou aqui para continuar meu blá-blá-blá sobre a adaptação cinematográfica de O Hobbit. Para quem não leu, eu já falei um pouco sobre minhas expectativas em relação ao filme AQUI

Agora chegou a hora de realmente comentar sobre o filme em si. Como já disse no post de ontem, eu gostei dele. Não, eu não saí empolgada do cinema como quando assisti os três filmes de O Senhor dos Anéis, mas devo também lembrar que minha idade e minha vida já estão bastante diferentes. Refletindo, confesso que anda bastante difícil me empolgar com alguma coisa no campo do cinema, e se eu for analisar por esse ponto, O Hobbit foi um dos filmes que mais me empolgou nesse ano (claro que considero a carga emocional que se abateu sobre mim ao reencontrar Gandalf, Bilbo, Frodo, Elrond e companhia, rever locações e ouvir acordes da trilha sonora da trilogia original. Não tinha como não empolgar ao menos um pouco).

Então, vamos primeiro aos pontos positivos. O filme é fiel. Sim, segue bem a cronologia de O Hobbit. Tem alterações significativas, como o orc Azog, que na verdade já havia empacotado nessa altura do campeonato, graças ao machado do anão Dáin, mas felizmente isso não me incomodou. Fica aqui um aviso: não vá assistir esperando um O Senhor dos Anéis. O Hobbit é muito mais despretensioso, por mais que Peter Jackson tenha se esforçado para dar um tom mais épico ao filme. E isso funcionou até certo ponto (já explico). 

Os anões não fazem tanta piada quanto eu achei que fariam. Temos apenas uma piada de arroto e um anão gordinho quebrando uma cadeira e pegando comida na boca como um cachorro, mas a coisa fica nisso. Quando Balin começa a falar sobre a guerra dos anões contra os orcs ou quando Thorin levanta botando ordem na casa, a coisa toda já fica mais séria. Aliás, eu achei linda a cena em que os anões cantam "Far Over the Misty Mountains Cold" na casa do Bilbo. Porque até ali eles estavam fazendo a maior bagunça e acabando com a comida do hobbit, como se fossem um povo festeiro e despreocupado. Quando a voz grave de Thorin surge cantando, conseguimos perceber a tristeza e a saudade de casa no rosto de cada um deles, que o acompanham em coro. Achei uma cena sensível e que retratou bem a essência não só dos anões, mas da Terra-Média como um todo - praticamente todos os povos de Arda têm uma história de exílio e de saudade de um tempo de paz e de fartura em terras melhores. Como eu, por algum motivo, me identifico com essa saudade, lá estava uma pessoa emocionada no cinema.  

Presencie a cena: 

ESTOU CHORANDO NO MOMENTO

Bem, além disso, temos alguns momentos realmente muito divertidos, graças também ao humor mais acentuado do próprio livro O Hobbit. Gandalf está novamente sensacional, e é impossível não elogiar muito a interpretação de Ian Mckellen. Ele ajudou a compor um Gandalf perfeito e segue sendo um dos meus personagens favoritos de todas as adaptações. Alguns de seus diálogos com Bilbo são bastante fieis aos diálogos do livro, e são uma delícia de ver. Aliás, Martin Freeman também fez muito bonito interpretando Bilbo, e o mesmo digo de Richard Armitage com seu Thorin, pois embora a película insista em colocá-lo como galã, acho que ele realmente buscou interpretar um anão e um líder coerente com sua situação. 

Já viram como meu comentário está grande e arrastado, com vários pontos que eu poderia facilmente cortar (sim, sou prolixa)? Pois é, aqui temos uma coincidência da minha crítica com O Hobbit. O filme é arrastado. Muito. Acredito que só quem é fã da Terra-Média vai se interessar por várias informações que foram jogadas ali. Fui assistir com amigos que não ligam tanto para o universo de Tolkien, e no meio de algumas dessas cenas, só conseguia pensar: nossa, esse momento deve estar sendo bastante tedioso para eles. Aliás, não recomendo esse filme para quem não for bastante fã de fantasia medieval e de uma história mais inocente e despretensiosa. Teve um amigo meu que saiu esconjurando o fato de que vários orcs caíram em cima dos anões e dos hobbits e ninguém morreu. Não houve baixas, não houve sangue... é, O Hobbit é assim mesmo. O livro é esse e não dá para esperar que uma história para crianças vá ser muito realista ou violenta nesse sentido, então sejamos coerentes.  

MAS, que uma coisa fique clara: as batalhas realmente foram um grande ponto negativo. Elas seguem sempre a mesma estrutura e são fracas e infantis em um sentido ruim. Se PJ fez tantas alterações para tornar o filme um pouco mais épico, poderia ter mudado uma coisa ou outra aqui. Batalhas bacanas não precisam sempre ter uma grande carga de violência e sangue (e sinceramente? Alguns momentos assustadores não tornam o filme lá muito apropriado para crianças mesmo...). Bastava que em alguns momentos os anões realmente entrassem em ação e cortassem algumas cabeças de orcs. Em um momento, por exemplo, estão os 13 anões armados, Bilbo e Gandalf cercados por alguns orcs e wargs, e eles simplesmente correm e fogem para um buraco. Nisso, uma pequena cavalaria élfica (PJ e seu puxa-saquismo com os elfos...) passa com seus arcos, e mata TODOS eles! Você acha mesmo que os anões e Gandalf não teriam dado conta sozinhos disso? Não iria alterar em nada a história colocar os anões entrando em ação em alguns momentos, e teria ficado mais coerente com o clima do filme. Pois ele ressalta o tempo todo o quanto Thorin é um exímio e corajoso guerreiro, e esse mesmo exímio guerreiro simplesmente foge o tempo todo. Compreensível se pensarmos que Tolkien aprofundou a história de Thorin e de toda a Terra-Média depois de O Hobbit, mas já que o filme se propõe a embarcar nessa Terra-Média completa, botem o cara para lutar, carambolas!!

Em tempo, ele acaba lutando ao final. Mas o confronto fica um pouco artificial, pois o sanguinário Azog geralmente demora para pedir que seus wargs despedacem seus inimigos. Aí reside em pouco da incoerência: Peter Jackson introduz alguns personagens como seres que matam e guerreiam a todo o vapor (seja por motivos nobres ou torpes), e de repente coloca todo esse pessoal no ritmo de O Hobbit, querendo que ninguém mate ou seja morto. Incomoda um pouco mesmo, principalmente para quem nunca leu o livro.

Já ultrapassei a cota aceitável, então deixarei o restinho do comentário para uma parte III. É isso aí, especial O Hobbit aqui no blog! Olha o que as férias não fazem... 

Abraços, e se alguém tiver paciência de ler isso aqui, continuem vindo para cá! Vou tagarelar mais, porque é  impossível para mim falar pouco sobre algo que gosto muito... 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

E o Hobbit, como foi? - parte I

Ontem fui assistir O Hobbit com meu amado Odin e mais alguns amigos. Depois de três dias de ansiedade, sentimento que me atacou de surpresa a partir da estreia, pude conferir com meus próprios olhos a adaptação desse amado livro infantil escrito pelo mestre Tolkien.

Digo que a ansiedade me atacou de surpresa porque quem está por perto de mim sabe que eu estava muito arredia com esse filme. Eu gosto muito das adaptações de O Senhor dos Anéis, mas tenho ressalvas em relação à certas escolhas do Peter Jackson para ele, que vou explorar ao longo do meu comentário. Digo comentário, e não resenha, porque não posso dizer que sou imparcial nessa questão. Sou uma apaixonada por Tolkien e tenho um carinho enorme pelas adaptações cinematográficas de SDA. Elas fazem parte de um período muito marcante da minha vida, no qual muitos rumos se definiram - e lá estavam os hobbits, elfos e anões me acompanhando. Sem exagero, O Senhor dos Anéis - livros e filmes - faz parte da minha vida mesmo. Me ajudou a perceber o que eu era e do que realmente gostava.

Bobagens sentimentais de lado, vamos lá.  Minha desconfiança inicial com o filme vinha de duas coisas principais:

1 - Eu não havia gostado da aparência dos anões. Não mesmo. Se você notar, o Bifur tem um machado cronicamente pregado na cabeça. O Nori tem um penteado surreal demais, Bombur tem uma barba que parece um pretzel, e por aí vai. Pode parecer chatice minha, mas isso, para mim, já era um sinal ruim. Por mais que eu saiba que os anões de O Hobbit não são exatamente os guerreiros armadurados que encontramos em SDA, me preocupei com o fato de que o humor seria excessivo na película. E aí está, na minha opinião, um dos pontos fracos do Peter Jackson em SDA: o humor. Quando ele se mantem no humor do próprio texto de Tolkien, a coisa anda, mas quando ele começa a apelar para o pastelão por conta própria, o negócio degringola. É só se lembrar de Gimli arrotando e caindo do cavalo em As Duas Torres. Desnecessário, a meu ver. Há maneiras menos chulas de criar alívio cômico, e, como O Hobbit é notadamente um livro muito mais leve, temi que o filme despencasse para o  humor estúpido. Não sou uma grande fã de humor pastelão, e esse foi um dos motivos que mais me fez detestar o filme Thor, por exemplo (Mas O Hobbit é bem melhor, não tema). 

Além disso, havia Kili e Thorin. Kili, "elfo" demais, e o que menos se parece com um anão de todos. Thorin, Aragorn demais. Eles simplesmente não se encaixam naquilo que eu (repito, EU) imagino como um anão. Parece-me que o intuito era mesmo atrair uma parcela do público que necessita de beldades nas telas (só não tenho muita certeza de que garotas que vão conferir os juvenis Edwards e Jacobs vão apreciar os homens barbudos, cabeludos, e um tanto adultos que esses anões continuam sendo). Thorin, por exemplo, sempre me pareceu ser um respeitável senhor anão de barbas brancas. Já adianto que seu processo de "galanização" é evidente no filme (são muitas as cenas de cabelos esvoaçantes e várias menções ao fato de que ele é um "príncipe anão", coisa que praticamente passa batido em O Hobbit). O ator escolhido (Richard Armitage) é caracterizado de modo "charmoso" demais para que consigamos relacioná-lo com os outros anões que vemos em tela, como Dwalin e Balin, ou os excessivos Bifur e Bombur (em alguns momentos, Thorin chega a lembrar William Wallace em Coração Valente). Eu nem ao menos consegui enxergá-lo como um anão, para ser sincera, ao menos visualmente falando; via ali muito mais um gondoriano ou um rohirrim do que qualquer outra coisa. Felizmente, a atuação de Richard Armitage é muito boa e digna, e acabamos relevando esse estranhamento por toda a dedicação que ele demonstra no papel. Seu Thorin é um personagem que cativa, e revela uma motivação muito mais forte do que a original que encontramos no livro (pontos para a adaptação, nesse caso). E Kili, ao contrário do que a pose de galã nos pôsteres prevê, é um personagem que puxa para o lado do cômico e que aparece pouco.  

Os narizes de batata e cabelos e barbas exageradas somem em Kili (no topo, o segundo anão  contando-se da esquerda) e Thorin (no centro), que assumem figuras muita mais palatáveis ao público e esteticamente agradáveis do que seus irmãos de raça. A identidade visual dos anões torna-se confusa, e o exagero de caracterizações como a de Bombur (o de boca cheia e cara de bobo) torna-se muito mais evidente aos olhos... 
2 - Outra desconfiança provinha do fato de que sei que Peter Jackson criou uma nova personagem para a trilogia - a tal elfa Tauriel, que ainda não deu as caras - e que haveria um orc, grande desafeto de Thorin, perseguindo a comitiva no filme. O orc é Azog, um personagem que supostamente já está morto na época de O Hobbit, de acordo com a cronologia oficial. Ou seja: mudanças, inclusões e invenções. Será que isso se tornaria algo positivo no filme? Será que não tornariam o filme distante demais daquilo que é a proposta de O Hobbit? Será que a nova elfa tomará o lugar de algum personagem importante para realizar um grande feito? Sinceramente, nunca se sabe. É dito que, supostamente, Arwen deveria estar na batalha do Abismo de Helm em As Duas Torres. O zum-zum-zum dos fãs demoveu PJ da ideia, mas é fato que de vez em quando ele toma algumas liberdades criativas que não necessariamente melhoram a história. Eu, por exemplo, detestei a mudança que o diretor fez no personagem Faramir - um de meus favoritos no livro. Então fiquei apreensiva. 

Mas... e então, minhas desconfianças se tornaram reais? O filme é bom ou não, apesar de alguns pontos que já coloquei? 

Eu gostei sim do filme, de modo geral. Há falhas e há acertos, e algumas das coisas que me deixaram com o pé atrás se provaram infundadas (que bom!). Mas o resto do comentário, eu deixarei para outro post, para não tornar esse maior do que já está... não deixem de comentar opinando, e também não deixem de conferir o resto do meu blábláblá amanhã. :) 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Avaliando com justiça

Saudações, nobres e queridos leitores!!

Eu não falei que voltaria? BWAHAHAHA! Aqui estou eu novamente, com um assunto que já vem me martelando na cabeça há um bom tempo. Mas, antes disso, notícias:

Estou trabalhando novamente no livro 2 \o/! Lutando contra a falta de inspiração (ou será o medo de escrever um livro 2 ruim? XD) e contra o vício em World of Warcraft recém adquirido (culpem Odin!), estou chegando lá!

Agora que as férias começaram mais ou menos, também prometo colocar em dia as leituras que estou devendo a queridos amigos. \o/ Eita, que coisa boa ter que escolher entre várias coisas agradáveis para se fazer XD!

Agora, voltando ao tal assunto. O título da postagem já denuncia: vou falar de avaliações. Avaliações de livros, mais especificamente.

Já reitero aqui que não vou abordar esse assunto exclusivamente por causa do meu livro. Vou abordá-lo  de maneira geral, pensando em todos os livros que já li e em todas as resenhas e avaliações que já encontrei pela internet. São milhares de blogs literários, são estrelinhas de skoob... enfim, a voz dos leitores está aí, ao alcance de escritores e consumidores desse "produto" que nos fascina: *o livro*.

A mensagem que tenho para deixar aqui no blog sobre isso é simples, mas é um conceito que tem guiado todas as minhas leituras. Acho que um dia vi a Melissa, do blog (que precisa voltar!!) Livros de Fantasia, falando algo como "devemos avaliar um livro de acordo com sua proposta". Achei muito bacana. Porque parece algo óbvio, mas muita gente simplesmente não entende isso. 

Vamos tomar como exemplo o meu livro (só porque é mais fácil para mim, ok? XD). Se você olhar para a capa e ler a sinopse, já vai ter uma vaga ideia do que encontrará nele. Se você se der ao trabalho de conhecer o blog e se informar com algumas resenhas feitas de O Enigma da Lua, que estão disponíveis na aba "mídia" ali em cima, já vai saber que é um livro romântico, com fantasia medieval e clima de aventura de RPG. 

Então, se você ler O Enigma da Lua e depois criticar a minha escrita, a forma como eu desenvolvi a história, ou falar que não gostou da forma como o romance foi conduzido, ou dizer que os personagens poderiam ter tais e tais pontos mais desenvolvidos, eu entenderei e farei uma boa reflexão em cima disso. 

MAS, se você reclamar que tinha muito romance, que é um livro de menininhas, que as garotas ou garotos são muito jovens e imaturos, que não tem sangue, que não tem sexo explícito, que o mundo é de um medievo fantasioso, daí, sinto-lhe dizer, você escolheu o livro errado para ler. Ou simplesmente não pesquisou direito sobre ele antes de se aventurar na leitura. 

Claro, é um exemplo exagerado, mas isso acontece com muitos livros, de formas bem piores. Vejam bem, continuando com o meu caso hipotético: o medievo é fantasioso, longe da realidade medieval do nosso mundo? Ótimo, essa era a proposta! Medieval fantasioso e romanceado mesmo. Os personagens são jovens e tem atitudes imaturas por vezes? Sim, mas entenda que a proposta era fazê-los amadurecer ao longo da série (se vou conseguir fazer isso ou não é outra história). Não tem muita violência, se pensarmos que eles entram em combate várias vezes? Bem, a minha ideia era fazer algo um pouco mais épico, mais leve mesmo. Tem muito romance?? Culpada! Essa era a intenção!     

É claro que a pessoa pode até estar com ideias coerentes, mas só dizer "tem muito romance", não é em si uma crítica. Quando criticar, procure explicar o porquê de fazer aquilo. O romance lhe incomodou? Mas por quê? Porque é muito meloso? Porque não convenceu a aproximação repentina dos personagens? Porque não há motivo para que o casal se apaixone? 

Ou seja, para quem estiver a fim de fazer uma crítica mais elaborada, acho que vale essa dica: procure expor argumentos, e seja justo com a proposta do livro. Não diga apenas: "a história é uma droga, os personagens são imbecis". Primeiro, avalie se você leu a obra com a disposição correta. Leu um "O Hobbit" esperando encontrar um "Guerra dos Tronos", ou mesmo um "O Senhor dos Anéis"? Nesse caso, é você que está com expectativas erradas, não é o livro que é necessariamente ruim. Segundo, explique, de preferência com alguma educação (TODAS GOSTA), o porquê de você ter achado que a história é uma "droga" e os personagens são "imbecis". 

Claro que sempre vão existir aqueles que querem simplesmente trollar, mas é a vida, e cabe a nós saber separar o trigo do joio. 

... 

AAAH, consegui chegar ao final de um post!! Bem, espero que leiam, gostem, desgostem, comentem, e etc... 

Um grande abraço pré-fim-do-mundo!

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Eu voltarei.


Só pra avisar, gente. Eu voltarei. Não morri. O livro será retomado.

Segunda-feira dou minha última aula no colégio e então minha atenção estará voltada para O Enigma da Lua. Eba!

No início de dezembro farei minha qualificação no mestrado. Torçam por mim #medo.

E espero que ainda existam formas de vida passando por esse blog.

Fui, mas voltarei!

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

O Enigma da Lua no Facebook

Depois de ter me precavido de todas as maneiras para criar um perfil de modo mais anônimo possível, eis que consegui vencer um pouco minhas barreiras com o Feicibuqui e criar uma página de O Enigma da Lua por lá. Depois de ter visto a página de Elgalor Saga, eu me animei a fazer algo parecido por questões de divulgação, e então agora vocês podem curtir O Enigma da Lua no sr. feici.

Para visitar a página e curtir clique AQUI.

Continuo não sendo fã da facilidade de conexões possibilitadas pela rede social e do estilo "vitrine" dos perfis que criamos, mas por amor ao Enigma da Lua e pela vontade de curtir a página de Elgalor Saga, me rendi XD.

Então passem lá e curtam, queridos leitores que tem feicibuqui! (sim, eu sou tonta e acho graça em escrever "feicibuqui")

Abraços!

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Novidade!!

Saudações, queridos leitores!

Lembram-se que eu disse que estava com uma ideia meio amalucada e que não ia contar nada sobre ela por enquanto? Se não se lembram não tem problema, em algum momento eu tagarelei sobre isso aqui no blog.

Bem, hoje eu venho dar uma pequena prévia dessa ideia que está nascendo...



Hohoho, sim, HQs!!! Estamos em ritmo de Elgalor e resolvemos ver como Edrim se sairia em uma empreitada dessa. Essa quadrinização linda feita pela Angela diz respeito ao início do conto que eu postei aqui na semana passada, A Borboleta (que é a história que está sendo quadrinizada). Ele conta um pouco da mitologia de Edrim, e quem já leu o primeiro livro também já conhece essa parte da história. Pois é, pois é... NÃO FICOU LINDÃO??

Bem, em breve trarei novidades sobre esse projeto... por enquanto fiquem com essa linda prévia (para ver as imagens em resolução maior basta abrir em outra aba e aplicar o zoom!).

É isso, pessoal! Até breve!  

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Conto - A Borboleta

Saudações, queridos leitores!

Lembram-se que eu disse que a Angela tinha me dado um presentão de aniversário? Pois bem. Ele se refere ao meu conto chamado A Borboleta, que eu havia enviado para a Editora Draco. Como ele não foi selecionado, posso dividi-lo com vocês \o/, fazendo também um pequeno preview do que teremos no segundo livro.

A Borboleta funcionará como prólogo de O Enigma da Lua - O Círculo dos Sete, e ajudará vocês a entenderem melhor a relação entre dois personagens do livro. Bem, eu não vou falar aqui quais são porque vocês poderão descobrir lendo o livro, e daí será mais emocionante XD. Se bem que acho que já dá para desconfiar porque vocês são espertos e eu sou meio óbvia, não? :)

Bem, mas vamos logo ao presente da Angela. Ele retrata a personagem principal do conto, Lyriel, e sua melhor amiga... uma borboleta. Sim, uma borboleta.

Lyriel, a Dama da Borboleta.
Lindo, não? Curiosos para saber um pouco mais sobre Lyriel e sua história? Então vocês podem baixar AQUI o conto! É só clicar e vocês serão direcionados a uma página no 4shared. Espero que leiam e apreciem... foi um conto escrito com muito carinhho.

É isso aí pessoal! Por hoje é o que temos :). Até breve!

domingo, 21 de outubro de 2012

Laucian por Fernando Damásio e André Bacchi

Saudações, queridos leitores!

Hoje tenho muitas boas notícias. Vamos por partes.

A primeira delas é que tive meu conto aceito na coletânea Excalibur da Editora Draco (clique AQUI para ver o resultado). Nem sei muito bem o que falar sobre isso. Estou meio boba ainda. Esse foi um conto que eu escrevi em pouco tempo e realmente não esperava ser selecionada, mas a vida quis me surpreender e meu conto "O Espelho" vai ser minha primeira publicação em uma editora. E a notícia ainda calhou de chegar um dia depois do meu aniversário, hehehe.

E falando em aniversário, hoje mesmo ganhei dois presentes que fizeram meu coração de escritora boba muito feliz. Um deles foi uma surpresa do André Frodo Bacchi, que se juntou a um amigo, o talentoso Fernando Damásio (que eu não conheço, mas agradeço de coração também pelo lindo trabalho) para me entregar uma fanart super-ultra-mega-boga legal do Laucian. Querem ver?

Laucian O.O, desenho por Fernando Damásio e cores por André Bacchi

Conheçam um pouco mais do trabalho do Fernando em sua página do deviantart clicando AQUI, e do André Bacchi clicando AQUI. Vale a pena, muito mesmo!

E o outro presente foi dado pela Angela, mas esse vai ser surpresa, e logo, logo vocês poderão ver por aqui.... MWAHAHAHAHAHAHA!!!

Brincadeiras a parte, ele tem a ver com o conto que irei disponibilizar aqui no blog... mas isso fica para outro post!

Até breve, queridos leitores! E obrigada a todos vocês que me apoiaram e me apoiam nessa caminhada. Podem ter certeza de que tem muita parte de responsabilidade em todas essas coisas boas XD.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Meme 11 perguntas

Só uma imagem bonitinha. :)
Saudações, queridos leitores! Estou aqui para tirar a poeira desse pobre blog. Ontem, depois de ter escrito um longo mimimi para postar aqui (e desistir dele), decidi que voltaria a cuidar mais desse espaço e continuaria trabalhando em prol do livro, ao invés de ficar reclamando. E pronto. 

Portanto, vamos a alguma notícias antes do meme prometido pelo título: estou trabalhando novamente no livro \o/. Eu acho que não ficará pronto ainda esse ano, como eu gostaria, mas, no início de 2013 acredito que eu já consiga disponibilizar O Enigma da Lua - O Círculo dos Sete por aqui #todoscomemora. Até que estou gostando do resultado. Acho que, embora o livro não seja a melhor coisa do mundo, minha escrita melhorou um pouco e algumas cenas estão ficando menos corridas. Estou reformulando página por página, para deixar o bichinho tinindo mesmo.  

Em breve também disponibilizarei o conto que prometi colocar aqui (aquele que enviei para a antologia da Editora Draco), em breve! Então, fiquem atentos se quiserem conhecer um pouquinho mais do passado de dois personagens muito importantes de O Enigma da Lua (não conto quem são, não conto! XD). 

Agora, vamos ao Meme. Infelizmente, eu peguei essas perguntas de algum blog e não me lembro mais qual foi. Se, por acaso, o autor desse meme passar por aqui, avise-me de onde você vem para que possa lhe dar os créditos. Mas eu "roubei" as perguntas porque achei bem bacaninha. Vamos lá?

1- Qual seu personagem favorito de todos os tempos?

Eu gosto de muitos personagens, muitos mesmo. Em cada livro favorito meu, há um personagem especial e marcante. Em O Senhor dos Anéis, virei fã de Faramir, Aragorn e Boromir (AAAH, o Faramir do filme é HORRÍVEL - que fique bem claro que sou fã do Faramir do livro!), além de adorar o Gandalf, claro. Em Harry Potter é fácil apontar meu favorito: Snape. Mas, eu acho que um dos personagens que eu mais gosto em todos os livros que já li é o Sr. Darcy, de Orgulho e Preconceito. Cliché, eu sei, mas essa é uma história de amor imbatível (e digamos que a Elizabeth Bennet também é uma das minhas personagens favoritas). 

2- Qual o seu livro favorito?

Tenho dois. O Senhor dos Anéis, todo mundo já sabe, e agora também A História Sem Fim, do Michael Ende. Aliás, eu escrevi uma resenha dele lá para o Livros de Fantasia. Clique AQUI se quiserem dar uma olhada. 

 3- Qual o pior livro que você já leu na sua vida?

Eu não consegui ler inteiro, mas a pior coisa que já li na minha vida foi O Vampiro de Curitiba. Nojento, não é para o meu gosto. 

 4- Que música combina perfeitamente com um livro?

Eu acho que o CD "Nightfall in Middle-Earth", do Blind Guardian, é a trilha sonora perfeita para O Silmarillion. Impossível não se empolgar e imaginar Fingolfin confrontando Morgoth quando se ouve Time Stands Still (At the Iron Hill). (Essa música é incrível. Sério. Pronto, eu só precisava falar).  

 5- Se você pudesse se casar com um personagem, com quem seria? E por quê?

Ah, eu só me casaria com o meu ♥ marido ♥ e pronto. Mas, olha, tem um personagem no meu livro que é meio que baseado nele :) 

6- Qual livro te deixou mais triste?

Não foi um livro convencional, e sim um livro todo em quadrinhos. Chama-se Gen pés-descalços e conta a história real de um menino de 6 anos que sobreviveu à explosão da bomba de Hiroshima. É tão, mais tão triste, que li no segundo ano da faculdade - 2006 - e até hoje não consigo falar de Gen sem ficar com os olhos cheios d'água. Mas, ao mesmo tempo, é uma história incrível, que te faz refletir muito e reclamar menos da vida (e entender a situação do Japão e de seu povo na época). Recomendo, mas leia preparado, porque é uma história forte. 

7- E mais feliz?

Orgulho e Preconceito, né, porque final feliz bem escrito com casal lindo casando é tudo de bom. Ah, gente, sou dessas mesmo.  

8- Qual livro que você leu só pela capa?

Nenhum. Não leio livro pela capa. Ela me atrai, sim, mas nunca foi critério para nenhuma compra. 

9- Qual livro você já leu por boas recomendações de amigos?

Ah, vários... sempre tem alguém que me empresta um livro, que recomenda... geralmente leio porque já estava com vontade, mas mesmo assim uma boa indicação sempre é válida. 

10- E por resenhas positivas?

Comprei Olam (obra de fantasia de um autor paranaense) graças a uma resenha positiva da Melissa, do Livros de Fantasia. Ainda não consegui ler, mas acho que minhas expectativas serão satisfeitas!

 11- Qual seu autor favorito?

Todo mundo já sabe que é o Tolkien *curva-se em reverência ao mestre*.

É isso, pessoal. Quem quiser fazer o seu nos comentários, fique a vontade :D. Eu gosto de ler!

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Elgalor Saga

Saudações, queridos leitores! Como vão nesse dia turbulento?

Hoje estou aqui no blog para falar sobre um projeto diferente. Ele me envolve também, embora de forma muio mais discreta, mas é tão importante para mim quanto O Enigma da Lua.

Esse projeto é Elgalor Saga.

Quem conhece O Cancioneiro de Astreya, meu outro - e abandonado - blog, sabe que eu só comecei a dar minhas caras no universo da internet por conta do meu amor por duas coisas: música e a aventura que estava sendo mestrada pelo meu querido marido. Uma aventura na qual eu interpretava uma certa barda-meio-elfa-do-deserto-vestida-com-roupas-púrpuras.

Fala sério, ela ficou lindona né?
Desenho por Ingrit Lima
Cor do André Bacchi
A Astreya - minha barda - foi minha personagem favorita. Mesmo porque a aventura foi a minha favorita. Havia ali uma história que nos envolveu e uma boa química entre os personagens. Astreya, Oyama e Aramil (personagens, respectivamente, do meu amigo e do meu cunhado) eram bem diferentes, mas eram um grupo muito divertido (A Bulma, que era a Angela, deu uma sumida na época junto com o paladino Evan e a meio-orc acabou sendo mais interpretada pelo Odin mesmo). E, apesar do chato do Aramil XD, era um grupo unido. Ninguém queria morrer, no fundo, porque todo mundo gostava dos personagens. Eles não eram descartáveis, estavam dentro da história, tinham destinos, valores, missões. Não eram simplesmente fichas que podiam ser trocadas. Eles realmente ganharam vida na época. E por isso foi muito divertido. Aquela relação toda dos personagens entre si e com o seu mundo era muito mais importante do que simplesmente seguir as regras e fazer combates (hei, não sou contra as regras não, só acho que tem de haver mais do que isso, ou senão a aventura vira vídeo-game) ou encafifar com o uso ocasional de uma ressurreição porque "ser realista é mais importante". Não, o mais importante era saber se o Oyama ia conseguir madeira para construir o seu templo marcial de monges, se o Aramil ia conseguir terminar a aventura sem levar uns cascudos do grupo, ou se a Astreya ia casar com o rei Coran no final (essa parte é por minha conta XD). Ou se todos iam vencer a batalha final contra o Rei Dragão. Bom, ao menos para mim, é aí que o RPG se torna realmente divertido. Quando você se importa com o seu personagem e com os personagens de seus amigos e do mundo (e sabe, até na realidade isso se reflete... pelo menos para mim, né. Que sou uma manteiga derretida muito da tonta). Quando tudo aquilo tem significado para você, ao invés de ser apenas um punhado de combates aleatórios ou um desfile de vários personagens que nem tem o seu tempo de te conquistar.

"Sensível demais... eu sou um algúem que chooooraaaaaa"

Caham, mas enfim, todo esse mimimi era para falar o porquê de essa aventura ter todo esse significado especial para mim. Ela se passava em Elgalor, um mundo que também é especial para mim. Lá no Cancioneiro tem toda uma grande parte dessa aventura narrada, que o Odin acabou se desanimando de escrever. Mas, eis que surge um novo projeto para compensar a minha perda XD: Elgalor Saga!

Elgalor Saga vai contar histórias desse mundo e desses personagens que até hoje são especiais e importantes para mim. E de outros personagens e heróis também. Vai falar sobre Elgalor, um lugar que muitas vezes era meu pequeno refúgio semanal, onde me sentia mais em casa do que em qualquer outro lugar, junto com meus amigos e meu amado marido. Podem me acusar de escapista, mas eu declaro sem medo que isso nunca me atrapalhou. Todos os valores que eu prezava em jogo, estando em um mundo mais ideal do que o nosso, eu tentei levar para a minha vida, sabendo muito bem que ela devia ser vivida e aceita com gratidão e respeito. E isso deixou tudo o que eu fiz muito mais colorido, muito melhor, mais suportável. Mais digno.

Bom, e o melhor de tudo isso é: Elgalor Saga será em quadrinhos!! Hell Yeah!!! Nada temam, pois não seremos eu e Odin os desenhistas. Serão as talentosas Angela Takagui e Ingrit Lima, com a magistral cor de nosso amigo André Frodo Bacchi. E o HQ contará com os enredos e histórias de meu querido Odin (com eventuais pitacos meus). Time de peso, hein? (Tirando os meus pitacos).

Confiram, pessoal. Em um mundo tão cheio de modinhas e regrinhas, uma coisa que eu posso jurar é que essa história realmente foi construída com coração. Pode não ser a mais original, a mais espetacular obra de fantasia (embora eu ache que é, porque eu a vivi), na opinião de muitos. Mas que foi feita com emoção, isso foi. Não tivemos stress, preocupação, angústias com aceitação de editoras, projeto de marketing, vendas, "será que vão gostar, será que não"... Nada disso. Nada dessas coisas de pessoas crescidas, preocupadas, pragmáticas e um pouco céticas em que todos acabamos nos tornando (e até mesmo levamos isso para o RPG, quando nos preocupamos demais com qual dado devemos rolar para a iniciativa, ou o que estatisticamente é mais coerente)...  Ah, não. Esses foram momentos - e perdoem-me o termo meloso - mágicos, passados sobre uma mesa velhinha cheia de dados em tardes de domingo, nas quais nosso único objetivo era viver uma grande aventura por nós mesmos. Como crianças que se juntassem para brincar. E não me envergonho disso.

Querem saber mais sobre isso? Cliquem AQUI para ver o post do Odin sobre o projeto, e AQUI para visitar o Elgalor Saga Brasil (tem em inglês também, quer ver? Clica AQUI então!).  

Fui-me, queridos. Até breve, e confiram Elgalor Saga!



terça-feira, 25 de setembro de 2012

Prêmio Clube de Autores de Literatura Contemporânea

Saudações, queridos leitores!

O Clube de Autores está promovendo um concurso com as obras publicadas por lá, e adivinhem quem está cadastrado? Siiiiim, O Enigma da Lua - A Centésima Vida.

Se você leu e gostou do livro, que tal dar uma forcinha votando no bichinho? Lembrando que Amberblades, da Gisele Bizarra, também está concorrendo. Vamos dar uma força para a literatura nacional, de fantasia e independente (porque não tá fácil pra ninguém não, minha gente XD!).

Clique AQUI para votar

Já deixo aqui meus sinceros agradecimentos a quem votar. Valeu mesmo, pessoal!

sábado, 22 de setembro de 2012

Velho novo booktrailer!

Saudações, nobres e queridos leitores!! Alguns de vocês devem se lembrar que tencionei publicar um booktrailer do livro 2 no youtube há pouco tempo atrás, mas minhas tentativas foram frustradas pela EMI, que bloqueou o conteúdo do meu vídeo por conta da música. Bem, resolvi corrigir o problema \o/!! Finalmente acredito que agora tenho um booktrailer de O Círculo dos Sete na rede sem problemas (espero...):



 Bem, as imagens continuam as mesmas - o interessante é que a música coube bem com a montagem sem precisar alterar nada! O trailer ficou substancialmente mais alegrinho, mas achei que a música combinou, e, o melhor de tudo, ela é pequenina e toca inteira! Gosto disso! Sinceramente gamei no final retumbante que a melodia propiciou XD. Espero que vejam e gostem! Sei que continua mais ou menos a mesma coisa, mas a música é legal, eu prometo :).

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Resultados e novidades

Saudações, pessoal! Faz muito tempo que não posto nada por aqui e o blog anda às moscas, eu sei. Desculpem-me por isso. Mas hoje venho com notícias relevantes, eu prometo.

E aliás, são notícias ruins e notícias boas. A ruim é que meu conto sobre dragões não foi selecionado para a antologia da editora Draco. Eu não esperava ser selecionada, para falar a verdade, mas é claro que a gente fica sempre com uma ponta de esperança. Esperanças finalizadas XD, aqui estou eu para dar, quem sabe, notícias boas!

Já que o conto não foi selecionado e já que ele tem tudo a ver com O Enigma da Lua, vou disponibilizar ele por aqui \o/ muito em breve. E, é claro, ele vai entrar como prólogo no livro 2. Tenho aqui na cachola uma ideia meio mirabolante também, mas como ela depende de outras pessoas, não sei se vai dar certo. Se der, volto para contar para vocês :).

É isso, pessoal. Desculpem o desânimo, mas acho que é reflexo do novo trabalho que tem consumido minhas energias e ânimo (adolescentes são difíceis, muito difíceis) e da tristezinha natural de não ter sido selecionada para a antologia.

De qualquer jeito, vai ser muito legal poder colocar o conto no livro 2, porque tem tudo a ver mesmo!!

domingo, 2 de setembro de 2012

sábado, 1 de setembro de 2012

Literatura de fantasia, regras e perguntas importantes.

Saudações, meus queridos leitores que tem sido abandonados :(. Peço desculpas pela falta de postagens. Essa semana foi mais corrida do que o normal, portanto por isso acabei me afastando mais da internet de modo geral. Mas tenho boas notícias: terminei o conto para a antologia da editora Draco, a Excalibur, a tempo. Essa antologia está sendo organizada pela querida Ana Lúcia Merege, e torço muito para que meu conto seja selecionado. Mas não alimento esperanças XD, porque ele foi escrito em dois dias e sinceramente não sei se ficou bom. 

Pessoal, vocês não sabem o quanto me faz falta ficar em contato com o livro. Como alguns de vocês sabem, dei uma parada na escrita por conta do mestrado e pretendo retomar o Círculo dos Sete no final de setembro ou no começo de outubro. Eu espero mesmo que seja possível, porque, além do mestrado, agora tenho uma outra novidade: consegui uma vaga para dar aulas em uma escola grande de Londrina. É em caráter de substituição e não tenho absoluta certeza de que ficarei lá no ano que vem, mas com certeza essa é uma novidade grande para mim. Já dou aulas há um bom tempo, mas nunca estive em uma instituição tão grande, com regras, minúncias, pautas, prazos, turmas de 30 alunos... estou empolgada com a novidade, mas não sei o quanto isso vai afetar meu desempenho literário XD. Por favor, torçam para que eu me dê bem por lá!  

Mas nada temam!!! Jamais abandonarei o livro 2!!!! Eu jamais deixarei de escrever na minha vida, sério mesmo.

E pensando nisso, eu quero partilhar algo com vocês e pedir suas opiniões. 

Muitas pessoas que entram aqui gostam de fantasia, acredito. Aliás, acho que todo mundo que se interessa pelo livro deve gostar de fantasia. Afinal, temos elfos, profecias, amores complicados, aventuras, espadas, magia... toda aquela mistureba de clichés que a gente tanto ama. Sim, sim, ama sim. 

Desde que finalmente tive coragem para montar o blog e divulgar meus escritos por aí, eu tenho entrado muito mais em contato com esse mundo da literatura e do mercado editorial em si. Tenho conhecido mais escritores nacionais, tenho lido mais sobre editoras, publicações, enfim... tenho me informado. O que faz sucesso? O que não faz? Como se comportam os novos escritores? O que dizem os leitores? É interessante saber. É bom se situar. 

E uma coisa que tenho visto e que, sinceramente, me aborrece, é um certo... digamos... "preconceito" com as obras de fantasia mais "clássicas". 

Elfos: parece que todos já estão cansados deles.
Pasmem, mas muitas vezes eu já vi a expressão "livro de elfo" sendo utilizada como uma coisa pejorativa. Gente, não estou reclamando não, eu simplesmente estou dizendo que me peguei impressionada quando vi isso pela primeira vez! Existe, por exemplo, um twitter humorístico chamado "Os editor pira" em que um escritor iniciante sem-noção (e fictício, ainda bem XD) se gaba de ser disputado a tapas por editoras, que desejam publicar o seu "livro de elfo" com mais de 1000 páginas. A piada é engraçada, sim, porque brinca com os enganos e ilusões que muitas vezes uma pessoa que começa a escrever tem. Diga-se de passagem: achar que ninguém mais escreve e que se está fazendo algo muito especial, achar que são necessárias 100 páginas de enrolação apenas para contar o nascimento do seu herói, achar que será publicado rapidamente e que tem em mãos uma obra muito original (embora eu nunca - nunca - tenha achado isso! Principalmente no quesito originalidade). Enfim, é basicamente uma brincadeira com os clichés de escritores iniciantes. Na época achei engraçado ele ter usado "livro de elfo" quando eu teria utilizado, por exemplo, "livro de vampiro", algo que tem sido muito mais banalizado hoje em dia (mas não significa que tudo que tiver vampiro vai ser chato ou ruim). 

Daí, depois de algum tempo, acabei lendo um comentário no qual uma pessoa dizia que o "escritor do livro de elfo padrão geralmente é apenas um moleque semi-alfabetizado, ingênuo e deslumbrado".  Ou algo assim. Na hora me surpreendi de novo por ver a expressão - "livro de elfo" - ser utilizada novamente de forma tão negativa. E generalizadora, diga-se de passagem. 

E daí, comecei a prestar atenção. Percebi que esse tipo de história não é lá muito bem aceita. Por favor, saibam que não estou prestando alguma reclamação nesse momento, e sim uma surpresa sincera. O ser humano tem uma interminável vontade de ditar regras, e já colhi algumas que devem ser utilizadas na escrita de fantasia. Vamos lá: 

- Não diga que Tolkien é sua maior inspiração. Larga de ser cliché, ok. Esse cara é um chato que só faltava descrever as moléculas de ar. E sua moral ocidentalizada e cristã já está ultrapassada, por favor. Vamos buscar coisas mais transgressoras. Vamos buscar o moderno e o "cult", de acordo com uma pequena parcela de pessoas. 

- Elfos nas florestas, anões nas montanhas... basta! Isso é "brochante pra qualquer um" (desculpem-me o vocabulário, mas foi exatamente esse o comentário que li uma vez). PRA QUALQUER UM, ok?? Sinta-se obrigado a não gostar disso e tentar bolar algo diferente, mesmo que você não queira fazer uma sociedade de elfos tirânicos que escravizaram os humanos ou um mundo de anões aquáticos. 

- Bote muito sexo, sangue, traições e "realidade" no seu livro. Mesmo que esse conceito de "realidade" seja um tanto unilateral e deturpado (veja que gracinha esse artigo. Amo muito esse tipo de comparação, só que não). Se falar mal da igreja ou das religiões em geral, melhor ainda, tá na moda. Mostre o quanto a sociedade é hipócrita e moralista. Afinal, obra de fantasia séria não pode ser apenas de entretenimento. Tem que ser crítica, tem que provocar muitas reflexões a cada página.  

- Palavras em inglês já cansaram. Por mais que a mentalidade americana esteja cada vez mais presente no nosso país, use sempre o português para mostrar o quanto você valoriza o nacional, não importando sonoridade e adequação ao clima que você quer passar. 

É óbvio que estou sendo exagerada, mas a intenção é essa no momento. Por favor, não pensem que eu acho que só devemos escrever de uma forma. É exatamente o contrário. Eu acredito que devem existir livros para todos os gostos. Simplesmente por um motivo: o ser humano tem liberdade de escolha. Tem liberdade de buscar aquilo que ele acredita ser melhor para ele. 

Uma coisa que me incomoda é a opinião colocada como superior, como certa, independentemente do caso, do contexto. E essas opiniões geralmente vêm revestidas de palavras bonitas e embasadas por um suposto conhecimento elevado, muitas vezes obscuro. Ou então vêm revestidas de pura ironia, sarcasmo e até mesmo desrespeito. Claro que todo mundo tem seus momentos. Ninguém é comedido e respeitoso o tempo todo. Temos todos nossas paixões, nossos fervores, nossas certezas. Mas tem gente que se impõe ininterruptamente como sumidade.

Vejo muitas pessoas bradarem que o mercado está cheio desse tipo de livro, que "fanfics de Tolkien" são uma praga por aí, mas confesso que ainda estou procurando onde todos esses livros se escondem nas livrarias (admito que talvez seja muito mais limitada do que essas pessoas, mas aqui estou relatando minha experiência pessoal). Se me disserem que existem milhares de romances sobrenaturais com seus vampiros, anjos, mortos-vivos, fadas e lobisomens apaixonados, daí sim posso concordar. Existe mesmo uma profusão dessas obras, que podem ser boas ou ruins, como tudo na vida.

Nunca vi Dragonlance, trilogia do Vale do Vento Gélido ou similares em destaque na maior livraria da minha cidade. Pelo menos aqui em Londrina, obras de fantasia que apelam a um público que curte esse tipo de história (olá, jogadores de RPG!) não estão a venda em profusão. As obras dos escritores nacionais que se aproximam desse estilo já são difíceis de achar.

Posso dizer a vocês uma coisa: eu amo escrever, mas o que mais me motivou a inventar alguma coisa e colocar no papel foi exatamente a falta que eu sentia de histórias que me encantassem. Que tivessem lá seus elfos e anões e um grupo de aventureiros no melhor estilo medieval romantizado... sei lá, tem algo de tão errado nisso?

Eu sou uma pessoa que criou uma história muito da modesta, que tem falhas, furos e imperfeições. Sim, eu preciso ler mais, me informar mais. Sim, eu confesso que não conheço muitos autores que deveria conhecer, confesso que não leio tanto quanto deveria.  Eu não tenho o conhecimento que deveria. Não saio por aí citando Hemingway, T.S. Eliot, Poe, Yeats ou mesmo Shakespeare (embora tenham trabalhos maravilhosos, mas dos quais eu conheço uma ínfima parte). Falando não só do clássico mas também do "pop consagrado", nunca li ao menos Douglas Adams e seu Guia dos Mochileiros e pouco li de Neil Gaiman, embora o que tenha lido tenha me agradado bastante. Não, não sou cult e nem mesmo culta comparada a tantas pessoas que admiro muito por seu conhecimento e humildade (entre elas estão vocês que sempre passam por aqui =), e tantas outras que adoram erguer seus inteligentes narizes por aí.

Não estou dizendo que não gostaria de conhecer mais a fundo tudo isso (é claro que gostaria! Eu gosto de ler). O ruim é usar o que se conhece como uma medalha e afirmar o que se deve ou não se deve ler ou escrever, o que é digno de ser apreciado e conhecido ou o que não é. Se Harry Potter não me levou a Shakespeare ou qualquer outro clássico, Machado de Assis ou Saramago também não me levaram. Acho que o que me levará a qualquer autor é a vontade natural de conhecê-lo, e não a obrigação de ler algo para mostrar o quanto sei, o quanto conheço. Como se contasse estrelinhas para pendurar em um mural.


Eu posso ter escrito apenas um "livro de elfo" padrão, e posso ter consumido pouca cultura no sentido mais restrito do termo. Mas não fui, ao menos, apenas uma consumidora passiva. Tentei botar em palavras aquilo que nasceu dentro de mim. E jamais terei vergonha de admitir que há o que ser melhorado, que há coisas infantis ou não tão bem desenvolvidas dentro da minha história. Eu nunca quis um dia declarar que minha obra era originalíssima ou que estava escrevendo um futuro best-seller.

Eu simplesmente, no momento em que me sentei pela primeira vez na frente do computador, estava fazendo algo que amava. Não significa que não mereça cuidado, atenção, correção (o que a gente ama a gente quer ajudar a melhorar, de qualquer forma). Não significa que eu não deva me esforçar para melhorar.

Mas também não significa que eu deva parar de escrever o que gosto, certo? (claro que ninguém me falou para parar. Essa é só uma reflexão, porque a gente tende a se influenciar pelas opiniões alheias, é claro).

Não significa também que o que eu escrever não terá seu público, e que esse público, por meu livro ter elfos, magia, aventura, clichés, será de gente boba e ingênua (e as pessoas que passam por esse blog são a MAIOR prova disso).

Enfim, pessoal, desculpem pelo post enorme. Desculpem pelas palavras que podem dar a impressão de que estou generalizando. Não estou dizendo que não gosto de livros com aquelas características que citei como regrinhas lá em cima, ou que não leio nada fora da fantasia clássica. Não é isso mesmo.

De qualquer forma, gostaria de saber o que pensam disso. O que pensam sobre a literatura de fantasia, digamos, mais "clássica". Vocês gostam? O que faz com que se interessem por um livro? O que mais os motiva a ler? O que gostam de escrever? E se gostam de escrever, por que escrevem? 


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Novidade!!!


Olá pessoal!!! Adivinhem quem é a nova colunista do Livros de Fantasia?? ADIVINHEM?? ADIVINHEM???

Sim, esta que vos fala!!

Há um tempinho atrás, a Melissa me fez esse convite e eu, mesmo com medo, aceitei. A Melissa procurava alguém que pudesse falar um pouco sobre fantasia com influências de mangás, animes e RPG, e eu, com meu parco conhecimento, fui lá colaborar e ver se eu consigo fazer algo de bom. Querem ver o resultado da primeira postagem? Cliquem AQUI!

As minhas postagens no Livros de Fantasia serão quinzenais e por enquanto ainda espero a aprovação da Melissa para minha postagem (aiaiai!). Espero que ela e todos vocês gostem da novidade.

Abraços, queridos leitores, e até breve!

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Meu top 5 - coisas esquisitas sobre mim

Saudações, queridos leitores.

1 - Ver o blog sem atualizações me deixa deprimida.
2 - Quando eu estou de saco cheio eu preciso escrever. Preciso botar alguma coisa para fora. Como o meu querido Odin está dando aula e eu não posso falar ininterruptamente com ele sorte dele no momento XD, eu vim aqui fazer um post divertido que tirará minha cabeça da dissertação/apresentação em evento na universidade/curso de português que irei dar nessa semana/falta de RPG/outros perrengues que todo ser humano tem. Devia estar cuidando das minhas obrigações, mas sou procrastinadora. E isso nos leva ao post!

TAM-TA-RA-RAM!!!


O objetivo desse post é o seguinte: a(s) criatura(s) dona(s) do blog deve falar um pouco sobre si. Deve selecionar 5 coisas aleatórias e interessantes sobre sua pessoa. Oh, Deus, eu não sei se eu tenho 1 coisa de interessante para falar sobre mim, mas na falta de coisas interessantes vou falar de chatices mesmo. PRONTOS, PRONTOS??


Isso é porque eu adoro Mulan.

Primeiramente eu devo dizer que achei esse "meme" no blog Nem um pouco épico de quem confesso também estar roubando os gifs adoráveis de Mulan. Mas a ideia partiu do Conversa Cult e pertence a eles, ok? Créditos dados, vamos lá:

5 - Eu detesto dirigir.

Sim, sim, eu detesto dirigir. Tive que fazer o teste para tirar a habilitação 3 VEZES, 3 ESCANDALOSAS VEZES. Foi traumático e triste drama. Passado o processo de tirar a CNH, eu até prossegui dirigindo um pouco, mas me descobri preferindo andar, pegar um ônibus, ir de charrete, ou qualquer coisa, do que dirigir um carro. Eu nem curto carros de modo geral. O povo baba nos modelos novos, sabe nomes e marcas e eu boiando e perguntando por que não gastar o dinheiro que se gasta em um carro de marca em um fusca cor-de-rosa e um estoque de algodão-doce.

Brincadeiras à parte, o fato é que eu tenho, na verdade, um pouco de pânico de dirigir: tenho medo do trânsito. Sou uma pessoa avoada, distraída e tenho um péssimo - péssimo mesmo - senso de direção e espaço. Não dirigir me traz alguns desconfortos, e em breve eu pretendo voltar a treinar e ir perdendo o medo, mas gostar, gostar, acho que nunca vou.

4 - Eu amo romances (já perceberam?), mas quase nunca assisto ou leio nada com esse "tema".


Isso se deve a um fato: eu adoro romances, mas ao mesmo tempo sou uma chata com eles. Eu costumo detestar - e não estou exagerando com essa palavra - comédias românticas, por alguns motivos: enredo e personagens irritantemente repetitivos (e olha que eu sou fã de clichês), situações irritantemente repetitivas, falta de carisma, falta de verossimilhança, humor sem graça e por aí vai. Os livros com foco em romance hoje em dia também não me atraem, por motivos de: exagero de descrições melosas e paixões arrebatadoras unicamente por ~beleza física~ e presença massiva de triângulos amorosos. Eu definitivamente não sou fã de triângulos amorosos (mas de alguns eu gosto, sim. Só não acho que tudo precisa ter triângulo amoroso).

Daí eu vou ler os livros de fantasia que têm romances no meio e fico feliz. Pronto. Eu tenho respeito demais pelo amor conjugal para achar que ele deixa as pessoas todas idiotas ou cheias de mimimi, caramba!

3 -  Sou preguiçosa, procrastinadora, desorganizada e não amo trabalhar.

DESONRA!!!
O negócio aqui é sinceridade, ok? Sou ultra-preguiçosa, meu lugar preferido da casa é o sofá e procrastino tudo que posso. Não amo trabalhar. Não, não. Trabalho porque preciso e o que me salva é o meu senso de responsabilidade. Apesar de toda a minha preguiça, eu jamais falto nas aulas que dou, não me atraso (praticamente surto se saio de casa tarde demais) e nunca deixo de entregar trabalhos no prazo, com o perigo de ter crises de TOC. Mas hoje parece meio que pecado falar que não ama-adora-venera seu trabalho e que não se importa muito em não ter uma carreira super-mega-fodástica (eu me contento em ter meu pão de cada dia e pronto). Sei lá, eu até curto dar aula porque sei que estou ajudando as pessoas e passando um conhecimento que tenho (e eu gosto muito dos meus alunos), mas se puder trocar e ficar em casa namorando o marido, brincando com a cachorrinha e fazendo torta de limão, filho, eu troco no ato (sim, eu gosto de ser dona de casa, não me atirem pedras por favor).

Mas HÁ um trabalho que eu AMO-ADORO-VENERO: escrever. Esse sim. Só que acontece que não posso viver dele, porque poucas pessoas parecem querer trocar o dinheiro do trabalho delas pelos meus escritos. Então outro motivo pelo qual eu não amo tanto trabalhar é porque meu trabalho me desvia do outro trabalho que eu realmente amo. E quando a gente está começando a soar confusa está na hora de trocar de item.

2 - Eu amo, adoro, venero e amo mais um pouco cachorros (e eu adoro animais no geral - exceto insetos).

Eis a nossa Kimi, carinhosamente chamada de princesa caramelo!
Esse aqui dispensa tantas explicações, não? Eu simplesmente amo cachorros e prefiro eles a muitos seres humanos. Eles representam aquilo que eu mais valorizo nesse mundo: amor e fidelidade sem restrições. Há uns dias atrás, uma cachorrinha muito querida que minha mãe abrigou na casa dela estava extremamente doente e nós pensamos que ela ia morrer. Fui lá me despedir e fiquei sozinha com ela por um tempo enquanto o Matheus falava com o veterinário. Naquele momento eu disse a ela que fosse em paz, e falei, meio que sem pensar: "vá em paz, porque tudo o que você fez em cima desse planeta foi bom e trouxe alegria. Tudo. Que ser humano pode partir e se gabar disso?". E eu realmente acho que é bem por aí mesmo.

E no fim, a cachorrinha - Nina - não morreu \o/!

1 - Redes sociais me incomodam. 

Podem falar o que quiser, mas redes sociais me incomodam. Sim. Eu me rendi ao twitter e digo que até gosto do bichinho, mas o poder generalizador absurdo dessas ferramentas me assusta. Uma frase mal contextualizada na casa do passarinho, e pronto: você já disse algo que não queria dizer.

O Facebook, então, me assusta mais ainda. Apesar de toda a utilidade que eu reconheço nele, aquilo é uma vitrine onde você expõe apenas o que quer. O lado bonito da sua vida. As viagens, os momentos mais incríveis, as fotos que te valorizam, o relacionamento mais perfeito e lindo com recadinhos, músicas e declarações, os seus valores mais altruístas, o seu lado "revolucionário", engraçado, cult, ou o que quer que você escolha. O Facebook me parece um photoshop que manipula a vida. Ninguém posta (ou ao menos não julga postar) o lado feio (e normal, afinal), a cara lavada que acabou de acordar, as desavenças com o parceiro/parceira, sei lá. Eu também não postaria! Não estou dizendo que todo mundo deve lavar a roupa suja no facebook, e acho ótimo você valorizar o que tem, mas que aquilo é uma uma ferramenta que te possibilita criar uma "imagem"  de perfeição, alegria, beleza, "revolta", inteligência, e etc., isso é. E se você não tomar cuidado, você se leva por toda essa onda de mundo perfeito e acha que o seu mundo é anormal e esquisito. Não, não é não.

Eis aqui o meu top 5. Sintam-se livres para comentar, discordar, fazer um top 5 nos comentários ou o que for. Se bem que eu duvido que alguém vá ter paciência para ler isso até o fim XD.

Até mais, queridos leitores!

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Atualizações!

Saudações, queridos leitores! Hoje estou aqui para falar um pouco sobre o andamento do segundo livro e minhas previsões em relação a ele.

Até pouco tempo atrás, meu plano era terminar de corrigir e reformular o livro 2 até setembro.  Nesse mês teria também acesso ao resultado da coletânea de contos da Editora Draco, e então poderia incluir ou não incluir aquilo que escrevi para o concurso no segundo livro (esse conto diz respeito a dois personagens bem importantes na história e certamente ajudaria vocês a entender algumas coisas em relação a eles. Se o conto não for selecionado, ao menos não fico tão triste pois poderei colocá-lo no livro para vocês \o/).

Acontece que "no meio do caminho havia uma pedra", hehehe. Como preciso terminar meu trabalho de mestrado até - adivinhem - o final de setembro para conseguir me qualificar com tranquilidade, resolvi, por ora, parar de mexer no livro e me concentrar na dissertação. Isso porque mexer nas duas coisas ao mesmo tempo não está colaborando para a qualidade de nenhuma das duas, e quanto mais rápido eu terminar a dissertação, melhor. O que significa que me atrasarei em relação ao livro, mas melhor atrasar do que apressar e entregar algo ruim, não? XD

Enfim, vocês não tem nada a ver com todo esse mimimi, então vamos ao que já foi feito até agora \o/:

Capítulos reformulados e corrigidos: 1, 2, 3 e metade do 4. A demora se deve ao fato de que estou tentando fazer tudo com muito atenção para realmente melhorar a coisa toda XD.

Páginas totais até agora: 194 em A4, e em A5 375 \o/.

Capítulos até agora: 14. Mas haverá mais, pois ainda não finalizei a história (que a Deusa me ajude!).

Alguns capítulos também serão aumentados. Já que teremos três livros, agora não há mais a necessidade de apressar certos acontecimentos. Minha principal meta nesse sentido é tornar os capítulos passados em Nuvara mais ricos e com um ritmo mais calmo, para que os leitores possam se apegar ao local e aos personagens novos que aparecem por lá. E ver se eu consigo melhorar minhas habilidades em relação à ambientação, porque confesso que esse é meu grande ponto fraco (na minha visão), minhas descrições tendem a ser muito apressadas e superficiais. Torçam por mim \o/

Bem, acho que essa postagem já está longa demais para o que se propõe a ser, então vamos parar por aqui!! Agradeço aos que leram até aqui pela paciência!

Um abraço, queridos leitores, e até breve!

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Trilha Sonora - Lady of the flowing waters


Saudações, queridos leitores! Primeiramente gostaria de me desculpar pela prolongada ausência, mas espero logo retomar o ritmo (ao menos no que diz respeito em relação ao livro 2, se a Deusa me ajudar!!). Quando esta que vos fala senta no sofá sente-se obrigada a escrever uma malfadada dissertação, o que me afasta de O Círculo dos Sete e me deixa sinceramente ranzinza. Mas logo virá a alforria, nobres amigos, logo virá! Torçam por mim XD.

De qualquer modo, apenas para tirar a poeira aqui do blog e afugentar os maus espíritos acadêmicos, hoje eu venho com uma postagem musical (fazia tempo que não tinha trilha sonora, não?). Quem já leu o primeiro livro deve se lembrar (ou não, hehehe) vagamente de uma das cenas do começo, onde acontece em Silena o ritual da lua cheia e as mulheres cantam juntas em uma clareira para celebrar e adorar a Deusa. Eu já até havia colocado uma trilha sonora para essa cena AQUI, mas achei uma música mais bacana ainda para o momento. Aliás, eu acho que essa música poderia ser uma espécie de "tema" do templo de Silena (se fosse um jogo tipo WoW, quando o pessoal entrasse no templo podia ouvir ela, hohohoho):


Lady of the flowing waters - Robert Gass

Vejam a letra que bacaninha:

Lady of the flowing waters
Lady of the mountains
Lady of the flowering meadows
Lady of the forest

The Goddess is in everything
In every form of nature
The Goddess is in everything
In every form of beauty

Lady of the shining stars
Lady of the moonlight
Lady of the dew at sawn
Lady of the twilight

Uma letra bem simples e bastante significativa, e uma melodia tão suave... já posso imaginar as clérigas cantando no templo calmamente durante algum ritual... e o Myron e outros clérigos homens bem quietinhos para não atrapalhar a harmonia XD.

Espero que gostem e comentem, queridos leitores... até breve!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Booktrailer O Enigma da Lua - O Circulo dos Sete

Saudações, queridos leitores! Nesse início de madrugada venho postar para vocês um amador e modesto booktrailer que fiz para o segundo livro de O Enigma da Lua! Sim!! \o/

Apesar de a maioria já conhecer as ilustrações, acredito que a música e a montagem servem de algo para deixar toda a coisa mais emocionante, não? Espero que sim XD.

Bem, vamos ao que interessa (tive que incorporar na postagem porque o youtube bloqueia o vídeo =P):



Espero que vejam e comentem me dando suas opiniões!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Primeiro selinho!

Olá pessoal! Hoje vou compartilhar com vocês meus primeiros selinhos!!! Iupi! Nunca tinha ganhado nenhum antes! Me foram passados pela Kathy do blog Meus Contos Sobrenaturais!

Vamos ver os selinhos então!



 


O selinho abaixo é acompanhado de um lindo texto de autoria de Cida, do blog Moonlight Books.

                                                  

Segundo os dicionários diva é uma divindade feminina, uma deusa. É um substantivo feminino derivado do latim divus, deusa. Pode ser que as pessoas achem que para ser diva é preciso ser rica, famosa, estrela de cinema, mas não é nada disso.

Ser diva é ser uma amiga fiel, uma filha amorosa, uma mãe dedicada.
Ser diva é chorar de alegria e sorrir na tristeza.
Ser diva é ter charme.
Ser diva é ter TPM.
Ser diva é ter fases como a lua.
Ser diva é nunca descer do salto, mas se for preciso saber fazer com classe.
Ser diva é saber ser misteriosa.
Ser diva é estar de braços abertos para receber quem ama.
Ser diva é perder uma batalha, e manter – se de pé para vencer a guerra.
Ser diva é acordar cedo para estudar, trabalhar, ser mãe, esposa, filha, amiga... ser uma blogueira.
Uma blogueira que comemora cada novo seguidor, cada novo parceiro, cada novo amigo que ganha nessa imensa blogosfera.
Ser diva é ser mulher, uma mulher incomparável em sua essência.
Eu sou uma diva, você é uma diva, nós somos divas.
Este blog é de uma diva.

Cida do blog Moonlight Books

(Me achei agora, hohohohoho!)

Regras:
1. Coloque o nome da pessoa e do blog que te indicou como uma Diva Blogueira?
Kathy do blog Meus Contos Sobrenaturais

2. Responda :
Para você, ser diva é...
Bom, para mim que não gosta muito de títulos e rótulos, ser diva ou ser qualquer coisa de bom é respeitar quem você é e fazer isso - ser você mesmo - mostrando o máximo de respeito pelo outro também. Não gosto muito desse conceito de liberdade individual ou força que massacra o outro para se sobressair. Então para mim ser uma diva é estar de bem consigo mesma! Antes de precisar mostrar que é, simplesmente seja, e não ligue se pisar na bola ou errar! Todo mundo erra, mas pouquíssimas pessoas têm a humildade para assumir isso e tentar consertar seus erros.

3. Quem postar em seu blog, deixar o link no post do blog Moonlight Books, que criou o “Sou Diva Sou Blogueira, Sou muito mais...

Passe para quantos blogs quiser.
Passo estes Selinhos para:

Para quem quiser! Não vou indicar ninguém porque não sei quem gosta ou não de receber selinhos, mas todas as blogueiras que visitam O Enigma da Lua podem se sentir elogiadas e chamadas de divas por mim, bando de mulherada talentosa!!

Abraços, queridos leitores!

sábado, 28 de julho de 2012

Resultado dos Sorteios! - Marcadores e Os Filhos de Húrin

SAUDAÇÕES, leitores! Estão preparados para muita emoção??? Eis que os resultados dos sorteios do aniversário do blog chegaram!! Querem saber quem foram os contemplados??

Vamos lá então! Primeiramente, vamos aos marcadores. A ordem dos comentários foi a seguinte (tirando minhas respostas e o comentário do Odin):

1 – Gisele Bizarra
2 – Jaco Galtran
3 – Just Livros
4 – Druida
5 – Bruna
6 – Angela
7 – Amanda Silversong
8 – Stephanie Millena
9 – Frodo Bacchi
10 – Ana Merege
11 – Melissa de Sá
12 – Suellen
13 - Lucas

Sorteei 5 pessoas para receber 5 conjuntos de marcadores sortidos! Os números foram:

4 - Druida!

10 - Ana Merege!

11 - Melissa!

1 - Gisele Bizarra!

13 - Lucas!

EEEeee! Parabéns, Druida, Ana, Gisele, Melissa e Lucas! Vou entrar em contato com vocês para pegar o endereço de todo mundo certinho e enviar os marcadores!!

E O LIVRO, quem ganhou??

Bem, lembrem-se de que alguns comentaram no post em que eu anunciei a promoção do livro e ganharam uma chance a mais. Então os números ficaram assim:

1 - Gisele
2 - idem
3 - Jaco
4 - idem
5 - Just Livros
6 - Druida
7 - idem
8 - Bruna
9 - idem
10 - Angela
11 - Amanda Silversong
12 - Stephanie Millena
13 - Frodo Bacchi
14 - idem
15 - Ana Merege
16 - Melissa de Sá
17 - idem
18 - Suellen
19 - idem
20 - Lucas

E o(a) sorteado(a) foooooooooi....

GENTE, mas o Jaco Galtran (RPG Forever) anda sortudo demais por essas bandas!! Esse é o segundo sorteio que nosso estimado bardo conquista com sua sorte!! Parabéns nobre Jaco \o/!! Em breve enviarei o livro para seu reino!

É isso aí, pessoal. Gostaria de poder mandar prêmios a todos, mas infelizmente minhas condições monetárias ainda não permitem. No entanto, agradeço imensamente a participação de todos vocês, e não fiquem tristes! Prometo um sorteio de O Enigma da Lua - O Círculo dos Sete assim que conseguir lança-lo!

Boa noite a todos e parabéns aos ganhadores!

Feliz Aniversário Blog!!

É pique, é pique, é pique, é pique, é pique!
Saudações queridos leitores!!!

Hoje o blog completa um aninho de vida, ano esse que me trouxe muitas alegrias e pequenas, mas importantes, conquistas! (Até o plano de fundo tá comemorativo, graças a Gisele Bizarra!).

Eu me lembro de quando fiz o primeiro post, que foi uma notinha que provavelmente ninguém leu, pois eu proibi o Odin de divulgar o blog. Fiquei matutando se devia levar a ideia adiante ou não, pois quando comecei a brincar de montar um blog do meu livro, foi mais ou menos assim mesmo que eu levei a coisa - uma brincadeira. Jamais teria a coragem de concretizar a "ameaça".

Só que daí fui gostando da ideia, sabe? Não queria apagar o blog porque estava bonitinho. Marido apoiava/pressionava =D, dizia que eu devia mesmo fazer um blog. Em algum momento de loucura, nós conversamos com a Angela sobre as ilustrações, no meio de uma partida de RPG. Ela e o Thales brincaram que iriam ler o livro, e depois descobri que não era brincadeira não, leram mesmo XD.

Ter leitores que não fossem meu marido querido (ah, marido sempre elogia, né?) e ilustrações tão lindas que eu TINHA que mostrar ao mundo foram as coisas que finalmente me impulsionaram a "abrir" e divulgar o blog. O André Bacchi Frodo ainda fez o grande favor de diagramar e deixar o bichinho mais bonito ainda. No começo foi uma vergonha danada, um medo quase patológico de saber que alguém poderia ler meu livro. Mas daí foram surgindo pessoas... comentários... mais pessoas... mais comentários... fui aos poucos perdendo a vergonha e comecei a dar passos um pouco mais seguros. Já viu um cachorro tentando entrar na piscina? Ele cheira a água, põe a pata, dá um pulo para trás, tenta de novo, cheira mais um pouquinho... é uma comparação meio esdrúxula, eu sei, mas era assim que eu me sentia. Ia colocando um post ali e um aqui, ia dando uma olhada nos blogs literários... de repente em um dia eu resolvia mandar um e-mail para um e "AI MELDELS que vergonha!". O primeiro que eu contatei foi o Livros de Fantasia, da Melissa de Sá. Escolha mais do que acertada, há! A Melissa escreve umas resenhas mega-boga-legais.

Enfim, hoje eu já me joguei nessa piscina, mergulhei, nadei, pulei de ponta, me diverti com a água... de vez em quando me engasguei também, quando recebi o meu primeiro "queremos publicar seu livro", para depois ver uma proposta com orçamento nas alturas... mas o que eu posso dizer é que os engasgos nem fazem diferença, são poucos, e tudo tem sido extremamente bom e divertido!! Isso tudo graças a vocês que contribuíram para que meu mergulho acontecesse, me cercando com uma água quentinha, acolhedora, motivadora. Graças a vocês não bati a cabeça no fundo e nem me congelei com uma recepção fria.

Eu tenho muitas pessoas a agradecer, muitos atos e coisas das quais eu jamais me esquecerei. Seja por meio de ilustrações, por meio da leitura do livro, por meio de comentários que me fazem sorrir de orelha a orelha, de resenhas, de conselhos, eu tenho muitas coisas mesmo pelas quais sou grata.  Para não ser injusta e correr o risco de esquecer alguém, eu quero agradecer a TODOS que contribuíram para que o blog chegasse a completar um ano, a TODOS que passaram aqui e comentaram, a TODOS que me demonstraram amizade, respeito e confiança, mesmo alguns nunca tendo me conhecido pessoalmente. Vocês todos me deram algo que por muito tempo nunca soube o que era. E mesmo que daqui para frente alguma zebra aconteça e ninguém mais comente ou tenha interesse em ler meus livros, mesmo que o mundo acabe, sei lá, podem estar certos de que jamais me esquecerei do bem que cada um me fez.

Por isso, eu digo a plenos pulmões nesse dia 28 de julho: OBRIGADA!!

E não, hoje não tem só mimimi meu. Mais tarde tem resultado de sorteio, EBA!!!! Voltem logo!

Um grande abraço, queridos leitores!