terça-feira, 24 de setembro de 2013

Escrevendo "A Borboleta"

Saudações, meus queridos leitores! Primeiramente, gostaria de agradecer vocês pelos comentários na última postagem. Foi uma discussão super bacana que permitiu que a gente abordasse o assunto por vários ângulos, embora todo mundo estivesse concordando. Valeu mesmo, gente. Vocês são demais.

Bem, hoje eu vim aqui para falar sobre um trabalho meu que está inserido no universo de O Enigma da Lua, mas que não é o segundo livro, e sim o conto "A Borboleta"! Há alguns dias, eu escrevi um pequeno post para o blog da Editora Draco explicando o processo de escrita de "O Espelho", conto que será publicado na antologia Excalibur, e acabei pegando gosto pela coisa :). Então, gostaria de dividir com vocês como foi mais ou menos o processo de criação de "A Borboleta".

Por coincidência, foi por causa da Editora Draco que eu sentei a bunda no sofá e comecei a escrever "A Borboleta". Quem já frequenta o blog faz um tempinho deve se lembrar de que eu mandei um conto para a seleção da antologia "Dragões" da editora, e o conto foi esse! No entanto, a ideia já estava germinando antes disso, e a antologia foi apenas a motivação que eu precisava para colocá-lo no papel.

Já havia algum tempo, eu estava matutando uma história que seria importante para dois personagens de O Enigma da Lua, um background que fosse explicar alguns eventos do segundo livro, que está por vir. Quem já leu o primeiro livro e o conto deve ter se tocado de que personagens são esses, mas o fato é que eu precisava estabelecer uma certa ligação entre os dois, que eu sempre planejei que existiria, desde o primeiro livro. Essa ligação, no entanto, deveria ser descrita de forma convincente (ao menos foi o que eu quis), e então veio a proposta da Editora Draco. Dragões... puxa, dragões... pensei que eu gostaria de envolver uma dragoa nessa história... e então...

Bem, acontece que, na mesma época, eu estava com uma mania absurda de ouvir essa famosa ária da ópera Madama Butterfly, de Puccini (desculpa, gente, eu tenho manias musicais estranhas, eu sei), "Un bel di, vedremo":



A história de Madama Butterfly em si não tem muita relação com o enredo do conto (ainda bem, porque é triste pra caramba!), mas esse vídeo com a figura feminina sendo relacionada à borboleta e essa melodia me inspiraram muito... imaginei uma jovem mulher, sozinha, sofrendo por questões existenciais e por ter abandonado um grande amor (e não por ter sido abandonada, como é o caso da Buttefly da ópera). Algo melancólico mesmo, como a música. Posso imaginar Lyriel, a personagem principal, sendo embalada por essa melodia fácil, fácil XD. E daí a Angela conseguiu captar todo esse meu ~sentimento~ naquele desenho lindo que você pode ver no começo do post. 

Lyriel é a personagem principal, mas também temos Eladar, que desempenha um papel muito importante e de certa forma trágico, e a borboleta. E que raios faz uma borboleta no meio disso tudo? E a tal dragoa, onde fica? Bem, eu não vou ficar falando mais para não soltar tantos spoilers (mais do que já soltei).  

Tudo que posso dizer além disso é que procurei dar um tom de "mitologia" para o conto, em especial no que se refere à dragoa e à figura da "Dama da Borboleta", uma guerreira andarilha, uma espécie de paladina, que marcou o povo de Edrim de tal forma que se tornou, séculos depois, uma figura folclórica. Mas vocês verão isso no livro 2, porque no conto essas consequências não ficam claras. 

Para vocês verem que não estou contando lorotas XD, aqui vai uma canção que é entoada pela Elora no convés do navio Lua Azul, enquanto eles procuram pela ilha de Nuvara, a pedido do capitão Larsen: 

Ela era uma dama de asas pequenas,
Asas pequenas, asas pequenas,
Ela tinha em seus passos a brisa serena,
A Brisa serena, brisa serena

Dentro dela o fogo que ainda queima,
Que ainda queima, ainda queima,
Era filha da Lua, mas tinha certeza,
Tinha certeza, tinha certeza...

De que o mundo não era o seu lugar,
Mesmo quando o amor veio acalentar
Uma alma que não sentia passar
O seu medo de voar.

E um dia a dama se foi do lugar
Onde seu coração desejava ficar,
As asas pequenas pesavam demais,
“Onde está, onde está minha paz?”

Ela andou e andou, e uma espada forjou,
Em seu coração a coragem brotou
E outras asas vieram lhe acompanhar,
Asas que a fizeram voar.

Mesmo assim seu coração doeu,
Pois o amor que nascera nunca feneceu.
Ela então desejou poder retornar,
Não podia mais esperar.

Não se sabe se ela o amor reencontrou,
Ou mesmo se um dia ela retornou,
Mas se sabe que a dama de olhos violetas
Era a dama da borboleta.  

(Não sei se ficou bom, só sei que ficou assim, e que existe até uma melodia. Que nunca poderei mostrar por motivos de: não sei tocar nenhum instrumento, só sei imaginar melodias e cantar com voz de taquara). 

(Obs: a Dama da Borboleta na verdade não tinha olhos violetas. Dizem que o bardo que criou essa canção inventou isso apenas para favorecer sua rima... :D). 

Bem, pessoal, fico por aqui. Espero que gostem! 

*Encontre o conto A Borboleta na Amazon!

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Escritor Superstar

Lembram desse carinha? THE WORLD NEEDS WANNABES!
Saudações, queridos leitores! Hoje venho aqui para tratar de um assunto que me pegou de surpresa dia desses, e isso porque quero dividir com vocês meu ponto de vista e também ouvir e trocar opiniões.

Vamos então começar do começo. Há mais ou menos duas semanas, o escritor brasileiro de fantasia Raphael Draccon deu uma entrevista com algumas declarações "polêmicas" que dividiram opiniões. Para quem quiser ler a matéria (aconselho, para entender o que aconteceu), o link está AQUI. Resumidamente, Draccon, que também é diretor do selo Fantasy, da editora Casa da Palavra, disse que a era dos escritores reclusos já acabou, que Rubem Fonseca hoje não seria publicado e que "é preciso que sua história de vida e sua personalidade sejam tão impactantes quanto a fantasia que você criou". Outras partes que me chamaram atenção serão transcritas abaixo:  

"Draccon reforça a importância da comunicação na vida de um aspirante a escritor. Sua dica é que o candidato crie um público através da internet, através de blogs ou podcasts, por exemplo, antes de procurar uma editora. O próprio coordenador do selo Fantasy encerrou o recebimento de exemplares originais em seu escritório". 

"Participo de eventos de literatura de fantasia no Brasil todo e estou sempre acessível na internet. Se o cara ainda não chegou até mim, é porque ele não está pronto para o mercado - diz".

 "Mas esse é só o primeiro passo. O segundo estágio é ter todos os seus perfis na internet minuciosamente analisados por Draccon e a equipe de redes sociais da Casa da Palavra. - Fazemos uma varredura da vida online da pessoa. Se houver um post sequer dela falando mal de outro autor ou comprando briga na internet, ela é cortada na hora - avisa".

Como eu disse, o texto dividiu opiniões. No twitter, as primeiras opiniões que eu vi foram as contrárias às declarações do Draccon - e eu faço parte desse time. Explico meus motivos daqui a pouco. 

Depois, surgiram os que o defenderam, e o próprio Draccon publicou um texto em seu blog se retratando e lamentando que suas palavras tenham sido distorcidas. Para mim, sua retratação só continuou corroborando o que ele já tinha dito, apenas em uma roupagem mais "leve". 

Esperei um tempinho para que a "polêmica" passasse até escrever esse texto. 

Primeiro: não tenho nada contra a criação de blogs, podcasts, perfis em redes sociais e outras coisas por parte de escritores. Eu não sou uma "escritora reclusa", não sou uma pessoa que quer passar o dia inteiro trancada dentro de casa, sem ver ninguém e nem falar com viva alma. Eu gosto de gente (até certo ponto, mas gosto), eu sou uma pessoa até mesmo extrovertida, para falar a verdade. Mas eu acredito que certos limites devem ser respeitados e os respeito. Evito expor detalhes de minha vida pessoal, não sou muito fã de exibir fotos e mais fotos na rede, e acho que o foco de qualquer coisa que eu faça na  na internet deva estar no meu trabalho, no que eu faço como "escritora", e não como "Liége". É claro que por meio da "escritora" vocês conhecem uma parte da Liége, mas eu me foco no Enigma da Lua, e não na construção da minha imagem pessoal.

Até mesmo por isso nunca quis montar um blog da "Escritora Liége". NADA contra, nada mesmo. Sério. Mas eu não consigo me sentir confortável com a ideia, sabe? Prefiro um blog do Enigma da Lua. É isso que eu quero promover. Eu não quero me promover, quero promover meu livro!

Talvez isso se deva ao fato de que, ao longo dos anos, eu passei a desgostar do culto à celebridade que o ser humano tanto gosta de fazer. Não entendo muito essa necessidade de cultuar pessoas, de se ter ídolos perfeitos, de repetir opiniões de alguém, de buscar incessantemente um modelo a se seguir. Tudo bem, todos buscamos modelos de vez em quando, todos temos referências, e isso é natural. Mas seria melhor se essa busca fosse feita com consciência, sempre, e não com idolatria cega. Imagens são sempre, sempre manipuladas e manipuláveis. Nós precisamos tomar cuidado e pensar por conta própria.

"Mas Liége, onde é que você quer chegar?".

Bem, a declaração do Draccon me incomodou não porque ele tenha dito algo que de repente "acendeu uma luzinha" em mim. É porque ele disse algo que reflete o que tenho visto em minha vida inteira: culto à vaidade e critérios de seleção injustos.

Sim, são injustos. Não venham me dizer que não são. Fica claro, claro como água, que a notoriedade na rede, que a "fama", tem um enorme peso na editora do sr. Draccon, e em outras também. Que ele investe em pessoas e suas imagens tanto quanto ele investe na obra (ou mais?). O autor deve ser vendável. Foi-se a época em que você sabia o nome de um livro mas nem lembrava quem havia escrito! Que nada. O nome do autor é uma marca. É chamariz, e não por causa de sua obra, por causa dele. "Veja, mais um livro do fulano"...

E não, isso não é mesmo novidade. Vi um monte de gente falando que quem havia criticado o Draccon era "ingênuo" e vivia em um mundo cor-de-rosa. Que mercado editorial é isso aí. Que quem "não sabe brincar, não desce pro play". "Ele não falou nada além da verdade".

O pior é que é isso mesmo. Draccon não falou nenhuma mentira. Ele expôs algo que acontece o tempo todo, em muitas e muitas áreas. Mesmo naquelas em que isso não deveria importar.

Eu não vivo em um mundo cor-de-rosa. Eu vivo no mundo real, onde a gente precisa trabalhar, cuidar da casa, corrigir prova, visitar a família, lavar banheiro, ESCREVER, e não tem tempo de ficar o dia inteiro construindo uma imagem na internet. Onde a gente tem que trabalhar para construir uma vida inteira, e não só para pagar viagem para "amadurecer" (eu amadureço sem viagem mesmo, fazer o quê, né) e promover livro. Não dá. Simplesmente não dá. E mesmo que desse, quem me garante que eu conseguiria alguma coisa com isso mesmo assim?

Eu e todo o meu carisma. XD
Eu não sou carismática, não sou engraçada, tenho opiniões comedidas, não sou linda, nem gostosa, nem super articulada, nem o escambau. Sinceramente, se eu fosse me meter a fazer coisas na internet por aí, temo que sairia algo desastroso. Tenho certeza que eu ficaria pior do que o carinha da música "Pretty fly (for a white guy)". Uma total "wannabe". Além disso, tenho timidez, caramba! Vergonha mesmo de gravar minha voz, de aparecer em um vídeo. E daí?

E daí que você precisa ser desenvolto, meu caro aspirante. Desenvolto com o público. Dar palestras, falar com todo mundo, promover o seu livro, e, mais ainda, se promover. Ter história de vida heroica, ter brilho nos olhos, ter lindas pernas, quem sabe? Porque a editora não vai fazer o trabalho sozinha, aliás, a editora parece querer as coisas já meio prontas. Autor, venha já com seu público-alvo montado! Com expectativa de venda de 934398034039409 exemplares, com 2943943943030314874 seguidores na rede... com dinheiro e tempo livre para viajar bastante para lançamentos, para palestras, para tudo o que aparecer, ok? O nosso trabalho é imprimir e distribuir, nem o marketing a gente quer precisar fazer... por isso mesmo que a gente já investe no que vem de fora e que já tem fama. Pronto. (Desculpem-me as editoras. Não estou falando que é fácil ter uma editora, e sei que nem todas trabalham assim. Nada disso. Mas é complicado do nosso ponto de vista - de autor iniciante ferrado - também).

Mais fácil contratar um "popstar" da rede mesmo, não? Pra que a editora contrataria uma maria ninguém como eu? Ou como um monte de gente talentosa pra caramba que eu conheço nessa blogosfera? Gente, vocês não dão lucro não! Tão pensando que talento basta, meninada? Que escrever basta? NÃO BASTA. Aprendam isso, ou senão serão tachados de ingênuos.

Olha, eu entendo a lógica. Entendo mesmo. Mas não é porque algo é comum e lógico que esse algo é certo. Justo. E eu não sou obrigada a concordar com isso. Sou ingênua? Sou retrógrada? Vivo nos contos de fada? Pode até ser. Mas na minha opinião, é essa "lógica" levada às última consequências que publica livros de gente como Geysy Arruda e Edir Macedo.

Além de tudo isso, seja cordato. Não desça o pau em ninguém, hein? Porque, se a editora investiu em uma imagem, não pode haver espaço para que essa imagem seja criticada, desconstruída, questionada. Não é rentável. Questão de lógica, não?

E não estou dizendo isso a toa. Na época da polêmica "ousei" retuitar a opinião de um amigo, e o autor do livro em questão, que foi mencionado, veio me "cobrar" uma postura melhor. Pedi desculpas, mas mesmo assim no outro dia veio uma pessoa que nunca conheci dizer que minha postura era "triste, triste". Que gozado. Para ajudar, para comentar o que a gente escreve, ninguém te acha tão rápido assim. A gente só é notado quando "ousa" falar alguma coisa que incomoda. Será que esse seria um caminho para ser uma celebridade na web? XD

Bem, para finalizar, logo depois da entrevista do Draccon, sai a notícia de que ele e a esposa, Carolina Munhoz, iriam participar de um reality show - um que exibirá a rotina do casal: "série pretende mostrar o dia a dia dos autores popstars; da criação ao lançamento dos livros".

~Autores popstars~.

Sei lá. Não orna. Não combina. Não desce.

Eu ainda acho que a obra, o livro, deveria ser mais importante. Eu ainda acho que escrever deveria ser mais importante. Que personagens, e não autores, devem se tornar famosos (ao menos primeiramente). Será que estou tão errada assim?

E vocês, o que acham sobre isso?

(Um adendo: para quem quiser ler dois textos muito mais eloquentes e que expressam a minha própria opinião sobre isso de maneira melhor, cliquem AQUI e AQUI).

(Outro adendo - eu já li O inverno das Fadas, da Carolina Munhoz, que foi publicado pela Fantasy. Fiz uma resenha sobre ele AQUI). 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

O Legado de Lyraan e outras novidades!

Saudações, queridos leitores! 

Hoje estou aqui para falar sobre algo que me deixa muito feliz: o lançamento do conto O Legado de Lyraan, do nosso amigo Jacó Galtran, na Amazon!

Eu até tentei dar uma mão na diagramação e na conversão do conto junto com a Melissa de Sá, mas a Amazon sacaneou o Jacó e ele teve de fazer tudo de novo... :(. Esse conto passou por muitos percalços e obstáculos para ser publicado, posso dizer, e isso, eu espero, é apenas um prenúncio do destino grandioso que ele e seu autor terão pela frente. 

O Legado de Lyraan é um conto de fantasia clássica, uma narrativa épica e melancólica, com altas doses de romance... eu, particularmente, adorei. Outro ponto muito especial do conto é que a capa é uma ilustração da nossa artista favorita, a Angela Takagui! Quer mais algum motivo para comprar esse conto? 

Eu dou mais três: é literatura de altíssima qualidade por apenas R$ 2,99, e, comprando O Legado de Lyraan, você também recebe o conto "Guerra nos Nove Mundos" revisado e mais duas historietas lindas, lindas. O link para a página da Amazon já está ali em cima no nome do conto, mas, quem quiser acessar também pode clicar AQUI

Aproveitando o embalo, venho divulgar duas coisinhas relacionadas a mim também. Decidi colocar o conto "A Borboleta" na Amazon e baixei consideravelmente o preço de O Enigma da Lua por lá - agora dá para comprar por R$ 2,99, gente! Sei que a maioria das pessoas que entra no blog já leu o livro, mas se vocês puderem divulgar os e-books com esse precinhos camaradas, eu ficaria muito agradecida. Para visualizar as páginas de compra, cliquem AQUI e AQUI!

Por que fiz isso? Porque quero que mais pessoas conheçam meu trabalho, critiquem, opinem... até agora não tive nenhuma venda na Amazon, e achei que um dos fatores poderia ser o preço, já que a maioria dos autores independentes que publica por lá coloca as obras por preços mais módicos do que R$ 8,00 reais. Então, decidi entrar no embalo :). Se vai funcionar ou não, só a Deusa sabe. O que eu sei é que eu gostaria que mais gente lesse O Enigma da Lua!

Bem, é isso aí, pessoal. Um bom resto de segunda-feira para vocês!

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Excalibur - histórias de reis, magos e távolas redondas

GAAAH, olha que capa linda!
Saudações, meus queridos leitores. 

Hoje, venho aqui no blog para anunciar algo muito bacana. Quando descobri que fui aceita para figurar na antologia Excalibur - histórias de reis, magos e távolas redondas com um conto, era meu aniversário - mais precisamente o dia 19 de outubro de 2012. 

Hoje, um dia emblemático (é aniversário do fim da segunda guerra mundial, ao que me consta, e meu conto se passa algum tempo depois dessa época), foi anunciada a pré-venda do livro. A capa está linda, o livro está cheio de gente boa tirando eu, hahaha,brincadeira (só para terem uma noção, a Ana Lúcia Merege e a Melissa de Sá estão nele também!), e as histórias são pura magia arthuriana, gente! Tem como não gostar? TEM???

(ATUALIZAÇÃO: hoje também é o aniversário de morte do grande J.R.R Tolkien!)

Peço desculpas pela empolgação, pessoal. Essa é a primeira antologia da qual participo, e estou muito orgulhosa de fazer parte desse time! Além disso, a notícia não poderia ter escolhido melhor dia para chegar. Ela alegrou meu coração em um momento em que estava precisando disso :). 

Vamos às informações, então? O e-book de Excalibur já está disponível na Amazon, na Saraiva, na Cultura, nas lojas do Kobo e da Apple. A versão impressa já está em pré-venda e logo, logo estará disponível. Todas essas informações e links para compra vocês encontram clicando AQUI. E ainda tem uma promoção supimpa lá, confiram!

Meu conto, O Espelho, é bastante diferente do que estou acostumada a escrever. Ele é um conto que puxa mais para o lado do suspense/terror (pois é!) e envolve a lenda da Dama de Shalott. Eis a sinopse (que foi alterada, mas vou botar aqui a primeira versão mesmo, ok?): 

"Em meados de 1946, quatro inglesas se mudam para uma casa de campo em Glastonbury, buscando deixar o fantasma da guerra e da morte para trás. Mãe e filhas tentam superar a morte do esposo e pai, mas não imaginam que sua nova moradia esconde um segredo antigo, vindo de tempos imemoriais, quando reis e cavaleiros andavam sobre a terra. O espelho trincado do porão parece refletir mais do que deveria. Outra mulher marcada por batalhas e amores impossíveis chamará por Mary, a filha mais velha. A tristeza da dama de Shallot encerra uma terrível maldição...".

É isso, gente. Não sei mais o que dizer, apenas que estou muito alegre com a notícia e que espero que vocês leiam e apreciem a coletânea, não só por mim, mas por todos os valentes escritores que figuram nela. Um grande abraço e agradecimento a todos vocês que passam por aqui e acreditam no meu trabalho mais do que eu.

Farewell, knights and ladies!