quinta-feira, 30 de julho de 2015

Casais que não aconteceram

Saudações, queridos leitores!

Essa postagem deveria ter saído no dia dos namorados, maaaas, só consegui terminar... hoje! Sei que agora o contexto se foi, mas, ainda assim, não quis deixar de publicar, hahaha. No último ano, eu havia feito um top casais favoritos (e faltou gente naquela lista, viu? E como!), mas para esse ano eu tive uma ideia diferente. A lista de 2015 diria respeito àqueles casais que não concretizaram o amor conjugal XD, mas que me deixaram suspirando e cheia de vontade de escrever fanfics para juntá-los de uma vez. Quem nunca?

Toda vez que eu faço uma lista dessas, eu sei, no fundo do meu coração sem memória, que estou esquecendo alguém. De qualquer maneira, juro que complemento o post nos comentários se isso acontecer. Vamos lá! Aos casais que não foram e deveriam ter sido! (obs: não está em ordem de preferência). Aviso que o texto vai trazer SPOILERS sobre todas as histórias mencionadas!

I - Athelstan e Gyda (crescida) - Vikings

Bom, lá vamos nós com Vikings e Athelstan de novo (eu sou um disco furado, minha gente). Bom, uma outra personagem que eu gostava muuuuito em Vikings era a Gyda. Ela era a filha de Ragnar e Lagertha, personagens centrais da série. Athelstan era o monge cristão capturado, basicamente o escravo que, na primeira temporada, virou babá dos pimpolhos de seus captores porque o casal queria navegar e pilhar juntinho XD.

Bjorn e Gyda examinando o monge de estimação que o pai trouxe da última viagem.
Enquanto Bjorn, o filho, detestava ter de responder ao servo da casa e prometia que ia sacrificar o pobre Athelstan a Thor (hahahaha, Bjorn pequeno era o melhor, gente!), Gyda era pura ternura com seu "cuidador". Eu acreditava piamente que ela cresceria linda e faceira e que os dois se apaixonariam e ficariam juntos de algum modo. Quando Athelstan ficou muito-doente-quase-morto, ela, doente também, pediu a Lagertha que a mãe rezasse aos deuses por ele, sem se preocupar muito consigo mesma. 


Achava muito delicada e fofa a relação de carinho entre eles, por mais que a própria Gyda tivesse poucas cenas ou falas e as interações entre eles fossem esporádicas. Havia muito potencial shippador ali XD, mas meus sonhos foram destruídos pela morte da Gyda. Eu fiquei realmente muito triste quando ela se foi, até porque gostaria de tê-la visto crescida. Era óbvio que ela era a pessoa da casa que mais gostava do Athelstan e os dois iam ser um casal muito docinho de coco (Suspiros). Para vocês verem que eu não sou louca, eis a prova de que os dois super se curtiam, tirada da wiki oficial da série:

"As Athelstan recovers enough to rise from his sickbed, he's visibly pained to see that Gyda has since passed away. Gyda had quickly become attached to Athelstan upon his arrival at Ragnar's farm."

E aqui está uma montagem feita por pessoas meio estranhas como eu, imaginando uma Gyda adulta e o "clima" de um possível relacionamento entre os dois: 

MORTA DE FOFURA. POR QUÊÊÊ???
Bom, Vikings me tirou muitas esperanças. Eu parei na segunda temporada porque aquele final está muito do bom para mim. Não tenho estômago para a terceira (sim, eu já sei de tudo o que vai acontecer, embora não tenha assistido). Tô de boas. Mas Athelstan ♥ Gyda forever. 

II - Saga e Saori e Sísifo e Sasha (Cavaleiros do Zodíaco e Lost Canvas)

Primeiramente, gostaria de dizer que eu totalmente ignoro a questão de idade nesse anime porque acho absurdo eles terem tudo treze, catorze, dezoito, dezesseis anos. Pra mim, é tudo mulher e homem crescido. Enfim, sabendo disso, podemos continuar. Vou falar de dois casais do universo de Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya). Vamos primeiro com Saga e Saori. Sim, eu shippo Saga e Saori, me julguem!! A verdade é que eu nunca suportei o Seiya e não curto muito a "química" entre ele e Athena. Acho super nada a ver. Já Saga e Saori dão um casal muito mais interessante e eu tenho altas teorias sobre como os dois se amam independentemente da vontade do criador da série, Masami Kurumada (hahahaha, eu sou louca, sim).Veja bem, o Saga fez todo aquele pampeiro no santuário, ficou doido, quase matou a Athena, eu sei, eu sei. Mas se ele se regenera no fim é por causa de sua Deusa, e depois ele mesmo se mata para não fazer nada contra a Saori (e os cavaleiros, tá, tá). O que rende essa cena aqui: 

Droga, meu amor verdadeiro vai morrer e eu vou ter que ficar aguentando esse Seiya pro resto da vida!
Saga paga pelos seus pecados, morre e depois volta na Saga de Hades. Daí fica tudo mais kawaii ainda, porque tem toda aquela questão de ela pedir para ele tirar a vida dela com a adaga dourada, e ele fica com aquela cara de "não quero fazer isso", mas é obrigado a fazer e é terrível, e a cena tem toda uma música romântica no fundo e o Seiya só fica berrando que nem um besta enquanto os dois estão lá naquele momento intenso. 

COMO NÃO SHIPPAR??? 
Um casal conturbado, com história de redenção e sacrifício e com um super potencial romântico. Tenho certeza que se amam e não podem dizer por causa da ditadura Kurumada que dita que tudo tem que girar em torno dos cavaleiros insuportáveis de Pégaso. 

E falando em ditadura de Pégaso, daí nós temos o Sísifo e a Sasha, de Lost Canvas. Lost Canvas conta a história da Guerra Santa (disputa entre Hades e Athena) que aconteceu no século 18, quando nós podemos ver o Dohko de Libra (o querido Mestre Ancião, mestre do Shiryu ♥) em sua forma não roxa, trajando a armadura de Libra (libraaa!). Bem, Lost Canvas é super legal e daí nós temos a Athena da época (que eu gosto mais do que gosto da Saori), a Sasha, seu amigo Tenma (cavaleiro de Pégaszzzzzz) e o irmão dela, Alone, um menino super fofo e doce que se torna o Hades. E nós temos também o Sísifo. 

(Pausa para adorar o Sísifo). 

O Sísifo é o cavaleiro de Sagitário da época e ele se sente ultra culpado porque foi ele que foi buscar a Athena em uma vila da Itália e tirou ela da vida que conhecia. Daí tem um quiproquó e ele acaba preso em um sonho por conta disso, e ela salva ele, e os dois... ai, ai. Não dá para falar tudo aqui, mas é fofo e rendeu uma das cenas mais lindas que eu já vi desenhadas em um mangá: 

Sim, eu pedi para a Angela desenhar o Laucian e a Elora em uma pose parecida. 
Enfim, mas tem a ditadura do Pégaso e tudo fica girando em torno do Tenma, embora ele e Sasha não tenham conotação romântica como Saori e Seiya tem. Enfim, eu acho que o Sísifo e sua Athena mereciam mais cenas. Muito lindo isso. E ele morre (é, gente, quase todos morrem, não é spoiler para quem acompanha Cavaleiros do Zodíaco porque sabemos que na Guerra Santa todos se ferram) dizendo as coisas mais fofas, quase confessando um super amor. De novo, sim, gente, eu ignoro a idade dos dois. 

Sasha salvando o Sísifo, ai, que fofura. 
Continuando...



III - Female Sprite e Elazul - Legend of Mana



Hahahaha, gente. Eu juro que não sou doida. Mas Legend of Mana, do Playstation 1, é meu jogo favorito porque acho ele absolutamente mágico, um verdadeiro tesouro escondido. As histórias são muito legais. Quem já jogou se lembra que podemos escolher ser um sprite menino ou menina e, durante o jogo, interagimos com vários personagens e participamos das histórias deles. Bem, minha história favoritíssima de todas essas é a do povo Jumi, pessoas que têm gemas preciosas no lugar do coração e são caçadas por isso. Os Jumis têm toda uma sociedade e um modo de vida diferente e são divididos entre guardiões (que curam) e cavaleiros (guerreiros que protegem os guardiões). Quando nós conhecemos o Elazul, um jumi de coração de lapis-lazuli, ele está tentando encontrar sua guardiã Pearl, que está sempre se perdendo (e tem todo um segredo aí). 

Bom, história vai, história vem... por mais que nossa personagem não fale, ela interage com todo mundo. Adorava o relacionamento de amizade que a gente vai conquistando com o Elazul, que é todo fechadão no começo. A personagem até cuida dele quando ele se fere em certo momento, mas a cereja do bolo está no final. Tem uma batalha importante em que você pode escolher a Pearl ou o Elazul para ir com você. E, se você escolhe a Pearl... o Elazul morre e VOCÊ CHORA! Isso é muito fofo porque tem toda uma lenda que diz que quem chora por um Jumi vira pedra, então, obviamente, viramos pedra, mas nossa lágrima tem um poder especial e revive os Jumis que foram mortos! Só que, quando o Elazul volta, ele vê você transformada em estátua e CHORA TAMBÉM (sendo que Jumis tinham perdido a capacidade de chorar). Daí todos choram por você, você volta à vida e nesse momento eu já estava rolando no chão e imaginando minha sprite tascando um beijo apaixonado no Elazul. Fim. 

Sério, eu queria muito ter criado essa história (joguem para conhecer inteira!!!), desse jeito, adicionando esse lado romântico. Tem tudo que eu gosto, absolutamente tudo. Que inveja de quem inventou isso. 

Se eu soubesse desenhar, fazia uma super fanart linda dos dois, mas, como não sei... 
Agora, o próximo e último casal é polêmico, gente. Me desculpem, mas eu shippo...

IV - Rin (ADULTA, PELO AMOR DE DEUS) e Sesshomaru - Inuyasha

THE FEELS
Gente, o relacionamento entre Rin e Sesshoumaru, de Inuyasha, já é super legal do jeito que é (aliás, tudo em Inuyasha é bom, né? Inveja da criadora de novo). Quem já assistiu o anime sabe que o Sesshomaru é o meio-irmão ultra babaca do Inuyasha, que é, por sua vez, um meio-youkai. Os dois se detestam e o Sesshomaru é um verdadeiro purgante: arrongante, frio, despreza os humanos (ele é um youkai puro), não sorri jamais, se acha, etc, Mas, um belo dia, o Sesshomaru apanha feio e a Rin, uma garota orfã humana, acaba cuidando dele. Quando o youkai acorda, tenta enxotar sua pequena enfermeira, mas ela é teimosa e vai atrás dele o tempo todo. Em uma dessas vezes, a pobre Rin é morta por lobos, mas Sesshomaru resolve testar os poderes de sua nova espada e consegue trazê-la de volta à vida. A partir daí, ela o segue de vez e, aos poucos, Sesshomaru vai desenvolvendo carinho pela menina, por mais que não demonstre. Qué dizê... ele fica muito do puto quando alguém tenta fazer mal a ela. Desse jeito, ó: 



Bom, daí eu sempre imaginei que uma Rin adulta se apaixonaria por Sesshomaru e EU NÃO POSSO NEGAR MEUS SENTIMENTOS POR ESSE SHIP. E eu não sou a única, pois fanarts pipocam por aí: 



Se ele ia corresponder ou não aí já seria outra história, mas já li umas fanfics super lindas com ela adulta e NÃO ME ARREPENDO DE NADA!! GAAAAAH!


Não tenho mais nada a dizer, pois morri de fofura.

(Gifs do Conversa Cult).

terça-feira, 28 de julho de 2015

O Despertar de Kathul: habemus sinopse (e nova resenha)!

Saudações, queridos leitores!!!

Muitas notícias legais para essa semana! Primeiramente: A Centésima Vida ganhou uma nova resenha, lá no blog da Redd, o Vermelho Colorido! Fiquei super contente!! Querem saber se ela curtiu a leitura? Cliquem AQUI!

Segundamente (sim, estou usando uma palavra que não existe): como a escrita de O Despertar de Kathul, último volume de O Enigma da Lua, está indo de vento em popa... finalmente escrevi a ÚLTIMA SINOPSE da série. Gente, quase chorei. Sério mesmo. Imagina quando eu finalmente terminar a coisa toda. Não sei o que vou sentir. Mas, enfim... queria compartilhar isso com vocês. Para quem ainda não leu os dois primeiros livros, aconselho evitar a leitura da sinopse, pois há leves spoilers. Mas, para quem já leu... RUFEM OS TAMBORES, GENTE, LÁ VEM A SINOPSE E EU SOU PÉSSIMA EM SINOPSES, MAS ATÉ QUE GOSTEI DESSA:

Capa amada. Arte da diva Angela Takagui,

"Até mesmo quando tudo desaparecer 
Eu ainda acreditarei no seu amor 
Nesse momento, seremos eternidade 
Eu e você 
Alma da minha alma 
Coração do meu coração. 

Depois de uma partida brusca de Nuvara, Elora, Laucian, Myron, Valenia, Galnor, Drimme e Lafaia saem de uma situação desesperadora apenas para encontrar algo ainda pior. A Cidade da Lua, Myriar, já não representa um porto seguro. As sombras podem estar em qualquer lugar, esperando pela oportunidade perfeita... resta aos companheiros embrenhar-se pelo local mais improvável possível, buscando ajuda... mas que ajuda é essa? E se ela vier de onde menos se espera? E se eles não a quiserem? 

Quando o Círculo dos Sete se quebra, eles percebem que não têm escolha... o retorno de Kathul não é mais uma possibilidade longínqua, e sim uma realidade próxima... muito próxima. Apenas eles podem tentar fazer algo para conter a escuridão... mesmo que isso signifique perder o pouco que resta de suas vidas e sonhos antigos. 

O Despertar de Kathul traz a conclusão da trilogia O Enigma da Lua. Que a Deusa esteja com todos nós nessa jornada!"

***
GENTE, é isso. O que vocês acharam? Curtiram? Achei que foi a sinopse mais instigante que eu já consegui produzir (pode ser que seja a mais clichê também, mas, ah, deixa eu ser feliz aqui). Só adianto que muita coisa vai acontecer nesse último volume, TENSO! Não sirvo para escrever último volume não, gente, ai meu coração!

sábado, 18 de julho de 2015

Lidando com as críticas



Saudações, queridos leitores! Como vocês estão? 

Hoje estou aqui para falar de um assunto delicado. Fazia um tempo que eu queria abordar isso no blog e, finalmente, surgiu a oportunidade. Uma série de coisas aconteceu ao longo de todos esses aninhos como autora independente e tudo "eclodiu" nessa postagem. Ela nada mais é do que uma reflexão minha como leitora, escritora principiante e ocasional resenhista/pitaqueira.

Bom, quando colocamos nosso trabalho à disposição do público, estamos sujeitos a sermos lidos e avaliados. Isso é óbvio, eu sei, mas, quando se é um iniciante, acho que o peso dessas avaliações se torna ainda mais emblemático. Eu me lembro de sentir um profundo medo ao saber que alguém estava lendo meu livro, há alguns anos. Era uma ansiedade de me manter acordada à noite. Oras, eu nunca tinha sido lida por ninguém que não fosse meu companheiro. Eu não sabia quais eram os meus erros ou acertos. 

Me lembro até hoje da primeira resenha que O Enigma da Lua recebeu, no blog Viaje na Leitura. Meu coração batia muito forte e eu fiquei com o estômago pesado. Defeitos e qualidades foram apontados e confesso: eu fiquei com vontade de justificar os erros, de explicar as minhas intenções, de "retrucar", por assim dizer. Era uma insegurança que eu ainda tinha e acho (?) que todo autor passa por isso. Felizmente, eu tive sabedoria para me acalmar, refletir e ficou por isso mesmo. Aceitei e comemorei a primeira resenha! 

É muito comum ficar sabendo de confusões que autores iniciantes acabam arranjando com blogueiros e resenhistas quando recebem críticas negativas. Por vezes, o autor chama todo um grupo de amigos que desanda a comentar em postagens e avaliações, chegando a agredir verbalmente a pessoa que resenhou a obra de maneira não tão positiva. É uma atitude péssima porque equivale, basicamente, a uma "birra", uma certa inabilidade de compreender que as pessoas podem não gostar da sua obra ou do que você gosta. Isso vai acontecer uma hora e precisamos, devemos, lidar com isso de maneira decente, sob pena de afastar qualquer potencial leitor se não o fizermos. 

Humildade é essencial, pois precisamos reconhecer nossas limitações e aceitar opiniões diversas. No entanto, embora reprove o tipo de comportamento citado acima, tenho que dizer que consigo compreender de onde vem esse sentimento inflamado. Todos nós amamos o que escrevemos e, de uma forma ou de outra, colocamos nosso coração e nosso esforço em nossos escritos. E acho que todos nós podemos refletir, debater e colocar certas críticas em perspectiva, claro! Mas com elegância, né? XD. 

Bom, digo tudo isso porque, dia desses, eu finalmente tive a minha própria "prova de fogo" XD. Eu nunca tinha passado pela situação de ter uma resenha ou comentário realmente negativo sobre o que eu escrevo. Isso porque tenho poucos leitores, na verdade. Mas sabia que um dia a temida "uma estrela" viria. E veio. Eu sempre achei que não conseguiria não ficar chateada ou que perderia muito do ânimo, mas não foi o que aconteceu. 

Desde que publiquei o primeiro livro, refleti e continuo refletindo bastante sobre a minha escrita. Tenho consciência plena de que tenho muito o que melhorar. Para isso, preciso continuar escrevendo. Sou bastante "sozinha" nesse ofício. Meu único leitor "beta" é o maridão, e eu até já contei com ajuda de amigos escritores, mas acho injusto continuar mandando textos para as pessoas sendo que não posso oferecer uma remuneração ou retribuição decente por uma ajuda tão valiosa (tá, vez ou outra eu leio textos e emito opiniões, mas sempre com aquela sensação de "JESUS, MARIA, JOSÉ, QUE CACIFE EU TENHO PRA MINHA OPINIÃO VALER ALGUMA COISA?"). Sei lá, é da minha personalidade ter MUITO receio de estar incomodando ou sendo inconveniente, porque as pessoas têm suas vidas, trabalhos, etc, etc. Sendo assim, a única fonte de crítica que eu tenho acaba sendo dos leitores mesmo. É por isso que é tão importante saber lidar com esses apontamentos que vêm de surpresa!

Sabe, acabei ficando feliz com minha uma estrelinha. A pessoa em questão se deu ao trabalho de ler E explicar por que não gostou (pensemos bem, ninguém tem a obrigação de justificar por que não gostou, então, agradeço!) e foi educada e sincera. Que problema há nisso? Nenhum. Levarei a crítica em consideração e tentarei melhorar nas próximas vezes. Pronto. Passou! XD 

Quando começamos a sentir tristeza ou desânimo por alguma resenha negativa, acho que a principal coisa a se lembrar é: tem gente que gosta do que eu escrevo e, mais importante, eu gosto do que eu escrevo. Pode não ser perfeito, mas me faz muito feliz. Não, eu não uso isso como desculpa para não melhorar e não acha que críticas, no caso do que eu produzo, são só questão de gosto. Mas eu curto tanto minhas besteirinhas que eu quero melhorar para, um dia, minha escrita estar bacana o bastante para suprir as minhas expectativas E as das pessoas que confiaram em mim e acreditaram desde o início. Porque eu sinto uma enorme gratidão por essas pessoas (SEUS LINDO).

E.... não podemos negar a ninguém o direito de não gostar de algo que escrevemos, de achar ruim, de achar péssimo, detestar. É NORMAL. Digo isso porque já vi muitos casos de autores iniciantes ficando absolutamente coléricos com avaliações negativas e descendo o sarrafo nas caixas de comentários por blogs afora, espadas e canetas em punho XD. Acho que isso reflete uma certa adoração infantil pelo que se escreve, o que não é bom. Claro que existem resenhas que, por vezes, são nada cordiais, cínicas, ou mal educadas mesmo. Claro que existe gente que quer só trollar. Mas é mais produtivo e bom para as tripas simplesmente deixar passar esses casos, respirar, e lembrar que tem gente que gosta das suas histórias. E tem gente que não gosta, mas tudo bem. Bola pra frente. 

Esse post é uma reflexão-desabafo, resultado de anos de exercício mental e de reuniões com um grupo de estudos budista XD. Brincadeiras a parte, lidar com críticas nem sempre é fácil, mas é absolutamente essencial, principalmente quando se lida com o público. E vocês, como lidam com isso? Como se sentem com críticas negativas? Se quiserem conversar nos comentários, será um prazer!